O Gabs passou ontem pelo aeroporto de Heathrow, em Londres, e encontrou lá o nosso aluno Lelo. Imagine a alegria de encontrar um aluno da Sede Central naquele imenso aeroporto, no mesmo dia, na mesma hora. Não bastasse essa sincronicidade, hoje Gabs e Vivi encontraram na rua, em Paris, o Thiago Massi, nosso filiado de Barcelona. No ano passado Fée e eu encontramos no aeroporto de Paris o marido da nossa instrutora Clarice (ex-Bélgica, atual Polônia), que estava na mesma sala de embarque para viajar a Warsaw (Varsóvia) praticamente no mesmo horário.
Mas engraçado mesmo, foi uma gracinha que o anjo gregário me aprontou há vários anos. Vindo da Índia, troquei de avião em Londres. Entrei na minha aeronave da British Airways que tinha mais de 300 lugares. Então, vejo lá longe, procurando seu assento, um ensinante leigo da yóga que se declara publicamente contra nós e dizia coisas muito chulas, daquelas que nenhuma pessoa educada sequer pensaria sem morrer de vergonha. “Só falta ele se sentar ao meu lado”, pensei. E ele vindo. Até que chegou ao meu lado e, sem ver quem era, pediu licença para entrar. Levantei-me para dar passagem. Quando ele me viu, olhos nos olhos, a um palmo do seu nariz, levou um susto tão grande que estremeceu de forma indisfarçável, titubeou, deu um passo atrás como que ia desistir de entrar. Mas então eu o tranquilizei: “É o karma, companheiro! Entre.” Ele, então, entrou, sentou-se e passou a viagem toda de onze horas, cobrindo a cabeça com o cobertor. Foi hilariante.






Oi Mestre,
Em 2007, estava viajando pela Grécia, e a espera do barco em Myconos para ir para Santorini, graça a minha medalha, uma praticante de SwaSthya do Rio me reconheceu, foi muito legal, divertido e emocionante.
biz
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Querido Mestre
A propósito da egrégora, na sequência das recomendações do Mestre, no sentido de se usar a designação “a Nossa Cultura” e todas as outras alternativas que indicou, o meu site, neste momento, tem a designação de http://www.nossacultura.org.
Assim como os endereços email que utilizamos, passaram a ser “qualquercoisa”@nossacultura.org.
Um abraço muito grande
SwáSthya
João Camacho
Estimado Camacho, obrigado pela remessa de mais um pedação do livro Yôga Sútra de Pátañjali em francês. Parece-me que está muito boa tradução, mas ainda vou submetê-la aos nativos da língua. Um forte abraço do DeRose.
Ahahahah j’adore cet histoire
O Karma por vezes faz das suas, quando menos esperamos, lá está ele provocando e lembrando-nos que existe.
No nosso caso que se pratica o Yôga Antigo, o Swásthya Yôga, até se torna engraçado conhecer as suas leis.
Que melhor Karma se pode pedir, do que ir passear para locais que sonhamos e encontrar pessoas com quem se gosta de estar.
Pode não existir Karma bom, ou Karma ruim, mas que é bom lá isso é verdade.
Querido Mestre faça boa viagem até Portugal, e espero encontra-lo em breve aqui em Faro.
Boa viagem cheia de Força Poder e Energia, SwáSthya.
“onze horas, cobrindo a cabeça com o cobertor”
HAHAHAHA Que mané!
Mas essas ‘coincidências’ acontecem com uma frequência grande mesmo. Acho que somos muitos.
Em São Paulo, encontro MUITOS carros com o Ôm do SwáSthya. E no litoral esses dias parei meu carro ao lado de um adesivado e nos confins de Minas, em São Tomé das Letras também.
Por isso é tão importante adesivar os carros de gente nossa. Constitui um recurso de identificação dos colegas da Nossa Cultura em toda parte.
Além de facilitar nossas comitivas.
Fica muito mais fácil não se perder do grupo.
Abraço!
Estou aqui rindo sem parar só de imaginar a cara de pavor do coitado, como se tivesse encontrado um alienígena dentro do avião!!!
E falando em coincidências, em 1983, quando prestei vestibular, após o término das provas, no primeiro dia, uma garota me cumprimentou com o termo SwáSthya, retribui o cumprimento e começamos a conversar, dali logo surgiu uma amizade. Além da coincidência de ambas praticarem SwáSthya, estávamos prestando vestibular para Letras, passamos e estudamos por um período na mesma sala. Depois ela voltou para o interior do Rio Grande do Sul, com sua família e perdemos contato.
Bjs
Oi De Rooooooooooooooooooose(ehhhhh adoro escrever assim!!!)
Tô com catapora!!! : )
Engraçado este post seu…
Uns 20 dias antes de nos conhecermos pessoalmente lá no Fest Yôga Salvador, estava eu em Paris qd vi um anuncio de um curso seu…O tal curso ja havia acontecido, mas eu prestei atenção na foto pq já praticava há muito tempo e nunca havia encontrado com vc. Fiquei uma semana em Paris e passei por anuncios como aquele primeiro nada menos do que 12 vezes! Depois da terceira vez que vi sua foto, fiquei cismada e achei que o anuncio tava me perseguindo!rsrrsrr Cheguei no Brasil e de última hora acabei indo pro Festival em Salvador.E qd chego la, na minha primeira saida do quarto, com quem eu dou de cara na recepção? Com vc! E desde então, virei um chiclete grudado no seu pé!!!rsrsrsrsrsrsrrsrsrsrs!
Viu? catapora faz bem pra memória!
Bjs e boa viagem : )
Catapora? Bom sinal: Isso é doença de criança! Obrigado pelos votos de boa viagem e estimo as suas melhoras o mais rápido possível. Beijinhos.
Oi Alê, que coisa heim! Catapora, hahaha. No ano passado também peguei e a minha médica homeopata achou ótimo. Disse que nessa nossa idadezinha de criança nos enche de anticorpos.
Mil bjs.
Neide.
PS: Aparece lá em Moema, estamos te esperando.
Olá Mestre,
O karma é mesmo engraçado! Essas peripécias acontecem precisamente com quem tem a consciência pesada. Essa frase “É o karma, companheiro! Entre.” Levou-me a soltar uma gargalhada enorme que ainda estou a sorrir com as partidas do karma e o o bom-humor do Mestre.
“É o karma, companheiro! Entre.” Eheheheh
Beijos de até 5ª feira, em Lisboa,
António Pereira
Konnichiwa, Mestre & Fée!^-^
Acho que nem uma tartaruga seria assim
Mesmo aqui no trabalho, não deu para disfarçar o riso… *Onze* horas com a cabeça embaixo do cobertor?!? HAHAHA
Hahahahahahaha
sempre nos fazendo rir! Estou gargalhando ao imaginar a cena. E como é bom nos deparar com uma situação dessa e ter a segurança e o orgulho de ser a parte mais lúcida da hístória.
Beijinhos
Uma situação dessas.
Oooops
obrigada, Mestre!
beijinhos
Mestre tem uma música do Lulu Santos que chama “Tempos Modernos”, outro dia estava escutando esta música e descobri porque gosto tanto dela. Pois percebi que ela se relaciona muito com os aspectos da Nossa Cultura:
Eu vejo a vida melhor no futuro
Eu vejo isso por cima do muro
De hipocrisia que insiste em nos rodear
(…)
Eu vejo um novo começo de era
De gente fina elegante e sincera
Com habilidade pra dizer mais sim do que não
E este é apenas um pedacinho de uma música incrível.
Beijão e até mais tarde!
Hoje mesmo, vinha a conduzir, quando vou a parar ao sinal vermelho reparo que à minha frente estava uma carrinha com o autocolante “Método DeRose”. Sorri naturalmente…
Abraço
rsrsrsrsr, que engraçado, mas isso sempre acontece com a gente, não é? beijos
nina
muuuuuuuuito engraçado!
certa vez, eu tinha comprado minha passagem on line e deu algum problema que só fui descobrir no aeroporto e… tinha o dinheiro justo para voltar em casa (error!), nenhuma posibilidade de poder comprar uma nova passagem de avião, que, por outro lado, assim tão acima da hora, era bem mais cara.
estava eu voltando da bahia para são paulo, cidade onde morava naquela época. era verão, e era a minha primeira vez na bahia.
pensava eu no que fazer, quando apareceu me salvar… a Ro de Castro!
ela entrou caminhando tão assim, repentinamente, sem sequer imaginar o aapropriada para mim que tinha sido a sua aparicão!
na hora ela comprou para mim a passagem, que apaguei assim que cheguei em casa.
foi tão boa a sensassão de ser salva pela Ro!!!
quem sabe ela nem lembre mas eu vou lembrar daquele episódio para sempre.
beijos a todos, e continuemos nos encontrando em todos os cantos do mundo,
anahí
Adorei esse universo que o Swásthya nos proporciona, que é real, o Gabs e sua namorada tem mesmo um mundo real, rsrsrs e o Mestre DeRose e muitos outros instrutores. Deixo aqui a sugestão para quem viaja que, caso precisem de medicação procurem a manipulação farmaceutica, que se você pedir não testa em animais e também não tem nada animal.
O interessante aqui, repare que eu disse: ‘se você pedir’ e tudo no mundo é assim, se você pedir consegue, eu te peço, seja vegetariano, nunca use produtos testados em animais e muito menos ingira animais e faça isso pra sempre! E peço pra conseguir também esse mundo do Swásthya onde podemos ser muito felizes, viajar, enfim, ser bom exemplo como o Gabs, sua namorada e mais excelentes instrutores.
Obrigado!
(sabe de onde vim? R: Prússia)Pôlonia?
Swásthya!
Corrigindo: Polônia.
Olá mestre,
no meu caso, além dos encontros com egrégora, tenho muitos encontros com a “desegrégora” ou com a “ex-egrégora”! Alguns deles não terminaram sem que eu tivesse de ouvir muitas críticas e histórias horripilantes sobre coisas terríveis que alguém havia contado pra alguém mais sobre o Swásthya yôga. Com o tempo, a leitura das suas experiências e o convívio com meus instrutores e colegas fui aprendendo a conviver e agir mais adequadamente nessas situações. Contudo, o próprio tempo nos presenteia por vezes com boas surpresas que são fruto do seu trabalho e método.
Um breve exemplo é o de uma amiga brasileira que mora em Santiago do Chile e havia praticado Swásthya em Campinas. Quando nos conhecemos eu morava em Santiago e ainda não conhecia o Swásthya, logo depois me mudei para São Paulo e quando conheci o método, no ano passado, ela não demorou em dizer que o havia abandonado por discordâncias pessoais. Em janeiro deste ano nos encontramos de novo em Santiago e ela desabafou uma saudade imensa da nossa cultura porque procurou várias outras linhas de “yoga” e foi parar em uma escola onde praticam ásana com temperaturas provocadas de mais de 40ºC, onde o mal-cheiro impera e onde o instrutor com ares brahmachárianos ironizou-a perante os outros alunos quando ela disse que já tinha conhecimentos de yôga recebidos em uma instituição muito séria. Fiquei feliz ao ver que no final das contas ela ainda se identificava conosco e a convidei a conhecer a primeira unidade credenciada do Chile, no bairro de Las Condes. A vida dá voltas!
Beijos com muito carinho aqui de Buenos Aires!
Espero que agora, Will, você não os deixe falar e passe-lhes uma eloquente lição de moral.
Salve Maestro!
Un abbraccio dall’Italia! Finalmente riesco a scrivere!
Un saluto a lei, Fernanda ed a Jaya!
Buon giorno, Donatella. Un altro abbraccio!
egrégora nossa é poderosa
Hilariante mesmo. Fico imaginando a cena. rs