quarta-feira, 8 de abril de 2009 | Autor:

São Paulo é uma das cidades mais italianas do mundo. É expressivo o número de famílias paulistas e paulistanas que têm laços de familia na Itália. Como tal, sentimos na alma a tristeza e a apreensão pela tragédia que se abateu sobre esse nobre país.

Se de tão longe não pudermos ajudar mais, que pelo menos possamos irmanar nossos corações em consternação e daqui enviarmos nossos votos de carinho a todos aqueles que estão sofrendo dos dois lados do Atlântico. 

11 comentários

  1. 1
    Nina de Holanda
    quarta-feira, 8 de abril de 2009 às 18:14
     

    É verdade, Mestre!
    Minha avó era italiana, quantas coisas eles nos ofereceram: as massas, as pizzas, o pão italiano, a alegria constante, a cultura, agora é nossa vez de retribuir com o nosso carinho e mentalização.

    beijinhos da nina

  2. 2
    Anahi Flores
    quarta-feira, 8 de abril de 2009 às 19:14
    anahiflores.org
     

    Mentalizando!

  3. 3
    Manuela Cipollitti
    quarta-feira, 8 de abril de 2009 às 21:21
     

    Muito obrigada Mestre carissimo, obrigada pelos carinhos dessa maravilhosa egregora.
    Não sei se fosse possivel prever o terremoto como foi dito pelo cientista sismologo Giuliani (ele mesmo admite que ja tinha previsto em dias e lugares onde não aconteceu terremoto algum). Mas com certeza na Italia existem leis para limitar os efeitos do terremoto e reduzir drasticamente tudo esse sofrimento. Seria suficiente aplicar as regras (esistente desde 1962) que impoe a construção de predios antisimicos nas areas com maior riscos, como era a cidade que sofreu tantas vitimas (l’Aquila). Como em tudo, também na aplicação das leis fundamentais pela segurança da popolação, precisa ter disciplina e constância.
    As vezes fico imaginando, como seria melhor a vida social se mais autoridades e administratores do governo encontrassem e praticassem o Metodo De Rose.
    Sempre com muito amor e infinida gratidão.
    (perdõa os erros em português)
    Manu

    DeRose Reply:

    Saudades, Manu!

  4. 4
    Lu Fandinho
    quinta-feira, 9 de abril de 2009 às 1:10
     

    Mestre, tudo bem??
    Bom, mando aqui minha pequena contruibuição.Nós estivemos também no Artic Sunrise Open Boat do GreenPeace no Porto de Santos. O vídeo é de uma ONG chamada AVAPE

    http://www.avape.org.br/appls/tvsentidos.html

    É modesta, mas é com amor do tamanho do Planeta. Amo vocês…….

    DeRose Reply:

    Gostei da sua entrevista, Lu. Parabéns pela iniciativa de comparecer com a nossa camiseta. Você realmente “vestiu a camisa” da Uni-Yôga. Ficou linda e a logomarca muito visível durante a entrevista. Beijinhos do DeRose.

    Lu Fandinho Reply:

    Mestre, não só fui com a nossa camiseta como também passei o dia inteiro lá e falei do nosso método para os tripulantes e os coodenadores. É sempre um prazer, não se faz uma coisa com tanto amor e dedicação se não acredita nela. E amor é o que sinto por todos nós. Beijo beeeeeem grande, saudade.

  5. 5
    Jonatas De Camargo
    quinta-feira, 9 de abril de 2009 às 1:13
     

    Mentalizando juntos!

  6. 6
    soninha.paris
    quinta-feira, 9 de abril de 2009 às 5:59
     

    Nossas mais sinceras mentalizações de força e enrgie a toda família Italiana que tenha sofrido de forma directa ou indirecta as consequências desta tragédia.
    De Paris com carinho
    Sonia

  7. 7
    Ana Maria Marreiros
    quinta-feira, 9 de abril de 2009 às 8:40
     

    Caros Amigos Italianos,

    È com grande pesar que assisto às notìcias daquele paìs
    lindissimo que é a Italia.

    Foram férias inesquecíveis que passei neste”museu terrestre”,com pessoas fantásticas.Não esquecendo a boa comida e a alegria deste povo.

    A todos os que estam a sofrer neste momento, mentalizaremos,amor,carinho e muita,muita força!

    Estaremos unidos mais que nunca,

    De Ana Maria Portugal

  8. 8
    Carlo Mea
    sábado, 11 de abril de 2009 às 13:41
     

    Caro Mestre,

    fico mesmo emocionado pela sua solidariedade para com o povo italiano.

    Aqui em Roma todos sentimos as nossas casas a tremer, inúmeras vezes, e sentimos de perto o sofrimento dos habitantes desta terra tão próxima de Roma.

    É nestes momentos que me dou conta das futilidades a que todos os dias chamamos de problemas, quando tão perto de nós existem tantas pessoas que perderam a casa, os parentes, os amigos,…

    Que isto nos faça valorizar o que temos e dar a devida dimensão a cada problema.

    Vêmo-nos sexta-feira em Lisboa.

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