Temos dezenas de deputados, delegados, advogados e magistrados. Temos amigos em muitas esferas influentes da sociedade: Rotary, Maçonaria, Governo, Exército, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal, médicos, psicólogos, todos pessoas do bem e que querem ajudar-nos a realizar nossos ideais edificantes de orientação para uma juventude sem drogas e para as obras sociais e filantrópicas. Todos querem nos ajudar.
Nós temos muito poder. Nós, coletivamente, temos dezenas de milhares de alunos, ex-alunos, leitores dos nossos livros (já mais de um milhão de exemplares vendidos), e alguns milhões de alunos à distância que estudam gratuitamente pela internet, pelos nossos CDs, DVDs e livros dos nossos instrutores. Contamos hoje com mais de 100 websites do Método DeRose coligados, em vários países.
Não é de se admirar que tenhamos tantos alunos à distância, já que o nosso site não vende nada e proporciona uma miríade de informações, free downloads dos nossos livros MP3 de CDs com material didático e aulas práticas, endereços de milhares de instrutores da nossa linha e de outras correntes não ligadas a nós e muitos outros serviços de utilidade, tudo gratuito. Poderíamos estar ganhando um dinheirão, mas fazemos questão de que a nossa proposta não seja comercial.
Com uma legião tão expressiva de estudantes, colaboradores e simpatizantes, seria um pecado não mobilizar todo esse exército para ações sociais, humanitárias e ambientais, colaborando com a Defesa Civil, com o Rotary e com as demais entidades assistenciais e culturais.
Juntos, nós temos muito poder. Portanto, vamos usá-lo sempre construtivamente. Vamos usá-lo para melhor servir à Humanidade, ensinando à juventude um ideal de estilo de vida sem drogas, sem álcool e sem fumo e oferecendo-lhes uma formação profissional na nossa área. Com isso, certamente, vamos reduzir a criminalidade por causa das drogas, vamos diminuir os acidentes por causa do álcool e e vamos minimizar as enfermidades causadas pelo tabaco. Se só conseguíssemos isso com nossos alunos imediatos, já seria um belo trabalho social. Mas se os formarmos instrutores do Método, torná-los-emos replicadores da nossa filosofia de vida e poderemos multiplicar por cem ou por mil o número de pessoas que serão beneficiadas com o nosso trabalho.
Una-se a nós! Vamos trabalhar juntos pelo Bem.






Na minha opinião a humanidade vive num cenário no mínimo hilariante: num universo imensurável existe um grão de poeira azul, em que por um mero acaso ou por algum fenómeno se desintegrasse não fazia qualquer diferença à imensidão. No entanto nesse grão de poeira, vivem cerca de 6 mil milhões de criaturas (este nº é ínfimo comparado ao meio onde se insere), que procriam e morrem, e que no entretanto ao que chamam de vida, enfrentam uma realidade concreta, plano inventado pelos próprios e que os amarram a uma ordem das coisas, que dizem eles, lhes permitem viver em sociedade. Isto não seria hilariante se os ditos 6 mil milhões, que mesmo sendo capacitados de pensar, criar ou amar desordenam constantemente a ordem para depois torná-la a ordenar. Diga-se em abono da verdade que estas criaturas têm evoluído, mesmo nestas desordens nos parcos 10.000 anos de civilização. Mas como se ia dizendo, existe qualquer coisa de estranho para que criaturas com tamanhas capacidades, não as utilizem para evitarem o sofrimento próprio e sofrimento dos outros. Senão vejamos; as ditas criaturas no seu quotidiano alimentam sobretudo doenças:
Inveja – Além de terem esse sentimento por semelhantes sem relação estreita, enfrentam-no em grande escala com os seus amigos mais próximos quando estes obtêm êxito na vida.
Materialidade – Mesmo tendo as condições dignas de vida, desejam de forma imbecil tudo o que é brinquedo, confundindo brincar com ser feliz.
Poder – O maior intento destas criaturas é subjugar os outros nas relações de trabalho, pessoais, sociais, etc.
A mistura destas 3 doenças torna-se explosiva e provocam comportamentos, tais como: mentira, cobardia, impudor, traição, hipocrisia, inépcia, estupidez, usurpação de poderes, corrupção, devorismo, burla, etc, etc, etc…
Para solucionar isto tudo, e o problema das criaturas não aceitarem a morte, apareceram as religiões, que apesar das suas grandes intenções (totalmente legítimas) criaram ao longo dos tempos fontes ignominiosas de sofrimento humano.
Mas claro, aquelas capacidades de que falei, não se apagam numa criatura, há sempre a possibilidade de as fazerem sobressair, ainda que, em cenários não favoráveis. Inclusive a materialidade e as insignificâncias só são malévolas para a criatura, dependendo do significado que ela lhes dá. Ou seja, as coisas pequenas do dia-a-dia, os bens materiais, são um meio para ter uma forma aprazível de viver: ninguém tem de se sentir culpado, se graças ao seu trabalho ou sorte, sem atropelo aos semelhantes, tiver a possibilidade de aceder a tudo o que se considera material para uma boa vida. O problema que se põe ao homem (criatura) é outro: se retirarmos todas as insignificâncias, as ninharias, as vulgaridades, os lugares-comuns e os hábitos, o que é que sobra? É substantivo o que sobra, ou impera o vazio? Porque senão sobrar nada, já não é um homem é um robot, e este mal programado pode fazer tudo, mas tudo mesmo!!
Portanto, creio que, o que método do mestre DEROSE propõe é o de substantivar o homem e proporcionar-lhe resistências às insanidades pouco explicáveis.
Olá querido Dê,
Como é bom seguir as tuas orientações. Navegando por post’s antigos tenho encontrados preciosidades das quais não me lembrava e o fato de estar postando com menor frequencia me faz sentir falta dos teus textos, das tuas palavras. Continuarei navegando.
Beijinhos daqui direto no coração.
Anica
Grande Mestre, sempre em frente! The yellow brick road is been traveled. Muito orgulho sinto, de ser testemunha desse tempo, dessa luz que levantas.
Com certeza me unirei!
Mestre,
Gostei do Bem com maiúscula!
Bom dia!
Bjos e abraços
Olá Mestrão,
Acrededito que podemos ajudar essa causa!
Ontem em reunião com o colega José Carlos Muoio que coordenou a campanha do Cancer de mama no alvo da moda em seus primeiros 10 anos, apresentou a causa que esta lutando ao lado da atriz Bianca Rinaldi e seu marido Eduardo Menga, eles fundaram o Instituto Eu Quero Viver, uma ONG, que luta por melhores condições aos afetados pela enfermidade genética denominada Mucopolissacaridose.
O objetivo é alcançar 1 milhão de assinaturas em um abaixo-assinado, para que os remédios passem a ser comprados pelo SUS
Essa doença é classificada como rara e de alto custo. Então, existe uma série de condições para que o remédio faça parte do SUS. É possível detectá-la em torno dos 3, 4 meses de idade. Como o tratamento custa de R$ 50 mil a R$ 100 mil por mês e é uma doença raríssima, o governo ainda não incluiu a compra dos remédios nos SUS.
É uma enfermidade metabólica hereditária, causada por erros inatos do metabolismo que determinam a diminuição da atividade de determinadas enzimas. Porém, os portadores desta doença não têm essa capacidade de reposição, o que gera deficiências físicas, ananismo, cegueira, entre outros problemas.
O numero de assinaturas é bem alto, para assinar basta acessar o site:
http://www.euqueroviver.org.br/?pg=abaixo-assinado
Grande abraço do Thi.
Vamos nessa, Thiago.