Alegremo-nos!
httpv://www.youtube.com/watch?v=p7fB06S8Bq8
Hava Nagila
Hava nagila, hava nagila
Hava nagila venis’mechá
Hava nagila, hava nagila
Hava nagila venis’mechá
Hava neranenah, hava neranenah
Hava neranenah
Venis’mechá
Hava neranenah, hava neranenah
Hava neranenah
Venis’mechá
Uru, uru achim
Uru achim belev sameach
Uru achim belev sameach
Uru achim belev sameach
Uru achim belev sameach
Uru achim, uru achim
Belev sameach






Que incrível Mestre!
Eu cantava muito essa música quando era criança, brincando com meu irmãozinho. Que boas lembranças você me fez recordar. Um beijo
Márcia
Wolrd Yôgapédia Project
Querido Mestre
Fiz hoje, conjuntamente com a Inst.ª Anabela Silva, o lançamento mundial da World Yôgapédia Project (WYP).
O Inst. Júlio Silva preparou todo o sistema.
O lançamento foi emitido em realtime na internet, mas também gravado para posterior disponibilização e encontra-se online
http://www.nossocultura.org
A WYP é uma iniciativa da NossaCultura que assim oferece ao mundo uma poderosa ferramenta totalmente gratuita onde serão criados e disponibilizados conteúdos para quem quer estudar e conhecer o Yôga.
http://www.worldyogapedia.org/
Fizemos hoje o lançamento desta ferramenta online na internet. Estamos em contacto a UNESCO, no sentido de apoiar este projecto.
Mas a maior parte da colaboração esperamos que venha de todos os utilizadores da internet que tenham conhecimento sério sobre Yôga e que, assim, contibuirão com conteúdos para esta enciclopédia. Os objectos da WYP são:
a) Seja uma enciclopédia de Yôga online com ferramenta de edição, e conteúdos, disponíveis de forma totalmente gratuita.
b) Seja desenvolvida em modo de trabalho voluntário e colaborativo por todos os utilizadores da internet que queiram participar neste projecto.
c) Se torne um repositório mundial de definições e conceitos de Yôga.
d) Disponibilize os seus conteúdos em diferentes idiomas.
A forma encontrada para desenvolver a WYP foram as ferramentas tecnológicas de criação de sites na internet que se denominam Wiki. Uma Wiki é um website que utiliza Software Wiki, permitindo de forma fácil a criação e edição de páginas web interligadas. A Wikipedia (http://www.wikipedia.org/), é o website com maior expressão mundial que cresceu utilizando este conceito de Wiki. A WYP utiliza o mesmo software open-source da Wikipedia.
Todavia a WYP representa um passo em frente. Todas as áreas do conhecimento humano começaram por ser tratadas dum modo conjunto, amalgamado. Depois foram-se especializando. O passo seguinte do conceito Wikipedia é a especialização. Ora a WYP faz parte da próxima geração. É uma poderosa ferramenta para quem quer estudar e conhecer o Yôga.
Um grande abraço
João Camacho
Grande iniciativa, Camacho. Mas a experiência nos alerta para a existência do Homo malignus , sempre pronto a conspurcar um trabalho tão importante. Por isso, pergunto: vai haver moderador? Ou cada qual pode inserir o que quiser? Na Wikipedia, por exemplo, antes de os textos serem inseridos, passam por uma avaliação. Vários textos que procuravam explicar melhor, ou corrigir falsos conceitos sobre nós, foram sumariamente censurados e não puderam entrar. Recomendo prudência com relação à acessibilidade aleatória.
Querido Mestre
Instado que foi, acerca da moderação, o Inst. Júlio Silva deu-me a seguinte explicação:
«(…) relativamente à moderação aplica-se o que já lhe tinha dito: Já tinhamos sentido, anteriormente, na utilização da Wikipédia, precisamente este mesmo problema relativamente à imagem e explicações sobre a Nossa Cultura. Ou seja, tentámos colocar informação correcta sobre o Mestre e sobre o SwáSthya a qual foi rejeitada ou deturpada, por isso, e como acreditamos que numa wiki vertical especializada terá lugar a uma maior precisão dos conteúdos disponibilizados. Mas como queremos que seja colaborativo, em geral a WYP segue exactamente todos os moldes da Wikipedia, ou seja, a edição é totalmente livre. A única coisa que estamos prontos para fazer é relativamente a conteúdos que deturpem ou faltem à verdade, nesses casos de instabilidade e irregularidade constante da informação existente em determinada página, através de envio de e-mail para contact@worldyogapedia.org, e após análise, essa página e os seus conteúdos serão editados pelos responsáveis do servidor da WYP, e ficará nessa versão, sem possibilidade de edição por qualquer utilizador. Se a instabilidade se instalar então passaremos para um modo de grupo de editores seleccionados, ao qual apenas se poderá pertencer por convite. Mas, de momento, a edição é sem qualquer moderação, estando nós atentos à forma como se vai desenrolar a edição nos próximos meses. Esta é uma iniciativa da Nossa Cultura aberta ao mundo, mas que poderá deixar de ser tão aberta na edição. De momento optamos pela liberdade, se o sentido da responsabilidade não se mantiver instalaremos a disciplina, e quem achar que a sua liberdade fica limitada por essa disciplina, é livre de não mais contribuir e se afastar.»
Obrigado pelas palavras de apreço, querido Mestre.
Um abração.
João Camacho
Querido Shrí DeRose,
A pedido do meu Mestre venho responder à sua chamada de atenção sobre a edição e moderação da World Yôgapedia. Chamada de atenção essa que resulta da grande experiência de Shrí DeRose, e informar que já tinhamos igualmente sentido na utilização da Wikipedia este mesmo problema relativamente à imagem e explicações sobre a Nossa Cultura, ou seja, tentámos colocar informação correcta sobre o Mestre e sobre o SwáSthya a qual foi rejeitada ou deturpada, por isso, e como acreditamos que numa wiki vertical especializada terá lugar uma maior precisão dos conteúdos disponibilizados, mas como queremos que seja colaborativo, em geral a WYP segue exactamente todos os moldes da Wikipedia, ou seja, a edição é totalmente livre. A única coisa que estamos prontos para fazer é relativamente a conteúdos que deturpem ou faltem à verdade, nesses casos de instabilidade e irregularidade constante da informação existente em determinada página, através de envio de e-mail para contact@worldyogapedia.org, e após análise, essa página e os seus conteúdos serão editados pelos responsáveis do servidor da WYP, e ficará nessa versão, sem possibilidade de edição por qualquer outro utilizador. Se a instabilidade se instalar então passaremos para um modo de grupo de editores seleccionados, ao qual apenas se poderá pertencer por convite, mas de momento a edição é sem qualquer moderação, estando nós atentos à forma como se vai desenrolar a edição nos próximos meses. Esta é uma iniciativa da Nossa Cultura aberta ao mundo, mas que poderá deixar de ser tão aberta na edição, de momento optamos pela liberdade, se o sentido da responsabilidade não se mantiver, instalaremos a disciplina, e quem achar que a sua liberdade fica limitada por essa disciplina, é livre de não mais contribuir e se afastar.
Receba um abraço de carinho.
SwáSthya!
Júlio Silva
Discípulo de João Camacho, Yôgachárya
Espaço Cultural Ashram Môksha
http://www.nossacultura.org/
Querido Shrí DeRose,
Entretanto o meu Mestre creio que tb lhe dará enviado um post sobre este assunto pelo que poderá ignorar o meu post anterior. Obrigado.
Oi Mestre! Que saudades de você aqui aqui no Rio…
Quero compartilhar este vídeo com você:
O que acha?
Muitos beijos
Bem bonito, Camila. Obrigado. Mais beijinhos.
Olá Meste! Olá a todos os leitores deste magnífico blog!
Eu decidi vir trabalhar em escolas da Guiné-Bissau e, assim, fazer uma pausa na minha vida em Portugal. Desde que aqui cheguei sinto que renasci ao contactar com as crianças guineenses e com esta cultura maravilhosa. Tenho mantido o contacto com o Yôga através da internet, ebooks, blogs, cds, prática e meditação. A verdade é que a distância não significa afastamento!
A vida aqui é bastante diferente daquela a que estamos habituados na Europa e os sorrisos destas crianças fazem com que tudo valha a pena e adquira uma nova cor!
Aproveito para partilhar com todos o link do meu blog onde vou colocando fotos das minhas aventuras em África:
http://www.espalharte.blogspot.com
Envio directamente desta terra vermelha de África um abraço do tamanho da viagem para todos!
Telma (Bissau)
Mestre, ler seu blog é sempre um prazer, mas, hoje especialmente para mim, está mais do que isso.
Quando eramos criança, minha mãe, grande guerreira e mulher fantástica, de fibra e galhardia, dentre seus inúmeros atributos, cantava muito bem, dançava lindamente e tocava castanholas. Em seus dias mais que inspirados, que eram um pouco raros diante de tanto trabalho, ela cantava e dançava exatamente o Hava Nagila, era um de seus momentos mais felizes. E nos deixavam alegres, era um momento sem igual.
Portanto meu amigo de sempre, indiretamente, agradeço por esse momento, esquecido há muito nessa cabecinha de sua amiga aqui. Grande beijo, do tamanho do Planeta.
Ah! Mestre,
Este é aquele “mantra” citado no curso da federação, rs
Que ótimo!
Beijos
Cínthia Ferrari
Unidade Itu
Mestre querido,
Quero compartilhar com você um artigo interessante enviado por um aluno.
Os neurônios que podem ler mentes
Células cerebrais chamadas de espelho são capazes de analisar cenas e interpretar as intenções dos outros
Sandra Blakeslee escreve para o “The New York Times”:
Há 15 anos, num verão em Parma, na Itália, um macaco esperava em um laboratório que os pesquisadores voltassem do almoço. Delicados fios haviam sido implantados na região do seu cérebro que planeja e executa movimentos.
Todas as vezes que o macaco agarrava ou movimentava um objeto, algumas células dessa região do cérebro disparavam e um monitor registrava um som.
Um aluno de pós-graduação entrou no laboratório com uma casquinha de sorvete na mão.
O macaco olhou fixamente para ele e, em seguida, algo espantoso aconteceu: quando o estudante levou a casquinha aos lábios, o monitor soou novamente – mesmo o macaco não tendo feito nenhum movimento, apenas observado o aluno.
Os pesquisadores, chefiados por Giacomo Rizzolatti, um neurocientista da Universidade de Parma, já tinham observado esse mesmo estranho fenômeno com amendoins.
As mesmas células cerebrais disparavam quando o macaco via seres humanos ou outros macacos levarem amendoins à boca ou quando ele próprio fazia isso.
Os cientistas descobriram células acionadas quando o macaco quebrava a casca de um amendoim ou ouvia alguém fazê-lo. O mesmo ocorria com bananas, uvas passa e todo tipo de objetos.
“Demoramos anos para acreditar no que estávamos vendo”, diz Rizzolatti.
O cérebro do macaco tem uma classe especial de células, os neurônios-espelho, que disparam quando o animal vê ou ouve uma ação e quando a executa por conta própria.
Mas, se essas descobertas, publicadas em 1996, surpreenderam a maioria dos cientistas, uma recente pesquisa deixou-os estupefatos.
Descobriu-se que os seres humanos têm neurônios-espelho muito mais perspicazes, flexíveis e altamente evoluídos do que os encontrados nos macacos, um fato que teria resultado na evolução de habilidades sociais mais sofisticadas nos seres humanos.
O cérebro humano tem múltiplos sistemas de neurônios-espelho especializados em executar e compreender não apenas as ações dos outros, mas suas intenções, o significado social do comportamento deles e suas emoções.
“Somos criaturas requintadamente sociais”, diz Rizzolatti. “Os neurônios-espelho nos permitem captar a mente dos outros não por meio do raciocínio conceitual, mas pela simulação direta. Sentindo e não pensando.”
A descoberta está sacudindo várias disciplinas científicas, alterando o entendimento de cultura, empatia, filosofia, linguagem, imitação, autismo e psicoterapia. E também de fatos do cotidiano.
Os neurônios-espelho revelam como as crianças aprendem, por que as pessoas gostam de determinados tipos de esporte, dança, música e arte, por que assistir a cenas de violência na mídia pode ser danoso e por que há quem goste de pornografia.
Encontradas em várias partes do cérebro, essas células disparam em resposta a cadeias de ações relacionadas a intenções.
Algumas são acionadas quando uma pessoa estende a mão para pegar um copo ou observa alguém pegar um copo; outras disparam quando a pessoa coloca o copo sobre a mesa e outras ainda quando a pessoa estende a mão para pegar uma escova de dentes e assim por diante.
Elas reagem quando alguém chuta uma bola, vê uma bola sendo chutada e diz ou ouve a palavra “chutar”.
“Quando você me vê executar uma ação, você automaticamente simula a ação no seu cérebro”, diz Marco Iacoboni, neurocientista da Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA), que estuda o tema.
“Circuitos cerebrais o inibem de se mover, mas você entende minhas ações porque tem no seu cérebro um padrão dessa ação baseado nos seus próprios movimentos.”
Em resumo, ao observar a ação de outra pessoa, conseguimos interpretar suas intenções.
“E, se você me ver emocionalmente aflito por ter perdido uma cesta, os neurônios-espelho do seu cérebro simulam minha aflição. Automaticamente, você sente empatia por mim porque, literalmente, sente o que estou sentindo.”
Os neurônios-espelho parecem analisar cenas e ler mentes.
Biologia e cultura
Até então, os estudiosos vinham tratando a cultura como fundamentalmente separada da biologia.
“Mas agora vemos que os neurônios-espelho absorvem a cultura diretamente, com cada geração ensinando a próxima por meio do convívio social, imitação e observação”, completa Patricia Greenfield, psicóloga da UCLA.
“Outros animais – macacos, provavelmente, e, possivelmente, elefantes, golfinhos e cães – têm neurônios-espelho rudimentares.”
Toda a linguagem é baseada em neurônios-espelho, segundo Michael Arbib, neurocientista da University of Southern California. Tal sistema, encontrado na parte frontal do cérebro, contém circuitos superpostos para a língua falada e a linguagem dos sinais.
Num artigo publicado na revista Trends em Neuroscience (Tendências na Neurociência), em março de 1998, Arbib descreve como gestos de mão e movimentos complexos da língua e dos lábios usados na formação de sentenças fazem uso do mesmo mecanismo.
Alguns cientistas acreditam que o autismo pode estar relacionado a neurônios-espelho malformados.
Estudo publicado na revista “Nature Neurosciente” (janeiro) de autoria de Mirella Dapretto, neurocientista da UCLA, revela que, embora muitas pessoas autistas consigam identificar expressões emocionais, como a tristeza no rosto de outra pessoa, e até mesmo imitar olhares tristes, não percebem o significado emocional da emoção imitada.
Mesmo observando outras pessoas, não sabem como é se sentir triste, com raiva, desgostoso ou surpreso.
(O Estado de SP, 29/1)
Minha fonte: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=34918
Um abração
Júlia Calderoni
Achei a descoberta sensacional. Mas considero uma crueldade o que fazem com os animais em laboratório. Por que não implantam os fios logo no cérebro dos Homo sapiens, em vez de maltratar os macacos? Beijinhos, querida, e obrigado por compartilhar a descoberta.