Categoria: Amigos
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Essa frase dita por um presidente estadunidense, no filme mencionado, mostra a ignorância e a ingenuidade de muitas pessoas. Entretanto, essa frase certamente refere-se a um contexto político. Quantas outras diferenças as pessoas não sabem. E simplesmente porque decidiram ficar cegas e surdas, ou porque simplesmente por pirraça, não querem admitir a verdade. ” Pessoas não praticam ióga, yoga, porque não sabem a diferença entre estas e o Yôga”. Eu diria que algumas se adequaram mais a estas outras modalidades criadas aqui no Brasil.. Contudo, quantas outras, pela ignorância. Porém, não a ignorância do não saber a diferença, mas a ignorância criada e perpetuada pela teimosia!
Beijos
Rê
Olá
Vencer a ignorância é mesmo o grande desafio da humanidade.
Ainda quando bebemos areia sem saber a diferença, não meditamos sobre a razão dessa “água” arranhar tanto a garganta!..
Está na altura de acordarmos!
Tudo de ÔM!
Olá! basta uns dias sem internet e tanto que ficou para ler!!! Bjinhos grds
É verdade. Para você ver o dinamismo do Mestre.
… ¿Recuerdas este post, Lerivan?: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/profissao/ritmo-derose/
Abrazo.
Franco
Lima-Perú
A frase expressa uma verdade dura e triste sobre cegueira e ignorância… e também falta de sensibilidade para perceber mesmo aquilo que não se conhece, mas que é tão obviamente árido e nocivo.
Mestre, fiquei 1 semana sem computador e não sei nem por onde começar a ler! Você não para, impressionante!
Beijo enorme da discípula e admiradora
Jú
Oi Mestre!
Aquele informativo sobre Intercâmbio de instrutores entre cidades e entre países
foi incrível. Essa idéia mostra como nosso instituição é global e especial. Muito bom mesmo! Achei a idéia incrível e fascinante. Todo mundo quer ter uma profissão que possibilite coisas como essas
beijão e mais uma vez feliz 2011
Então, vamos incrementar.
Vamos incrementar também o projeto de fornecimento dos dados de profissionais-alunos a outros alunos em qualquer parte do mundo, pelo Kshema.
Mandou bem, Escudeiro!
Perdoe-me a intromissão, mas essa expressão é linda, hehehe, não tenho a certeza que se dirija ao Prof. Charles Maciel mas acredito que sim (sou novo na família).
Pergunto-me como será que um brasileiro olharia um português que usasse a expressão tentando imitar o sotaque, já me estou a imaginar “Mandou bem, Zé!”.
Bem hoje parece que estou a falar por todos os dias que vim cá e não disse nada. Espero não estar a falar demais.
Abraços.
Olá Mestre, primeiramente gostaria de desejar um Feliz 2011 a você e a todos os colegas.
Diariamente estou por aqui lendo, interagindo e faço isto com muito prazer, também estou muito impressionado pelo dinamismo e pertinência com o qual o blog é sempre atualizado.
Quero compartilhar um link ,que me chamou bastante a atenção, contendo uma palestra em vídeo concedida por César Millan , treinador de cães, o mesmo que protagoniza o famoso seriado ” O Encantador de Cães” no Animal Planet.
De modo simples e divertido ele expõe sua visão sobre o relacionamento
entre cães e seres humanos, bem como seu modo de adestramento.
http://www.veterinariosnodiva.com.br/cesar-millan.htm
Grande abraço,
Rafael
Curitiba Pr
Muito boa entrevista. Obrigado. Um forte abraço.
Mestre DeRose…
Estimo que para mi (como alumno vegetariano del Método DeRose), esta cita se ejemplificó con claridad superlativa, al confrontar dos diferentes juicios: el de un comensal del restaurante, donde actualmente trabajo, contra el mio.
El hecho se produjo al recoger de la mesa de un comensal, un plato con restos de alimento que persistía en concentrar el mal olor. En ese instante, logré confrontar el juicio que utiliza el comensal para percibir un aroma, con mi propio disernimiento para percibir un olor como desagradable…
F.
P.D.: En el almuerzo de reencuentro familiar por fiestas de fin de año, mi tía anfitriona me pregunta: ¨Eres vegetariano, pero no has considerado comerte un (…)¨. Acostumbrado (pero alerta) a esta tipo de impertinencias, respondí expontáneamente: ¨Mi sentido del gusto y del olfato han evolucionado, tía¨. Seguido por un breve silencio y confirmando que mi respuesta satisfizo a todos los oyentes, abordamos otros temas más interesantes aunque de escazo valor. Esa es mi conclusión: ¡Evolucioné! (en ese aspecto).