Ter conhecido esse homem honesto, inteligente, meigo, sensível foi para mim um grande privilégio. Agradeço à sua shaktí Luísa, a quem também admiro tanto por sua inteligência e beleza, o grande obséquio, o pújá que foi introduzir-nos, reciprocamente, um ao outro. Eu sempre soube que existia vida inteligente fora da Nossa Cultura, mas difícil de se achar, como a farinha de melhor qualidade para formular o nosso croissant.
Rogo aos deuses do Olimpo que eu possa preservar a proximidade de vocês os dois, que me proporcionam tanto bem-estar.
Estou a ler o livro do António Mateus, Selva Urbana, que me ofertou com uma comovente dedicatória. No livro ele conta, entre outras coisas, algumas passagens da sua convivência com o grande líder Nelson Mandela, mártir de tantas perseguições e exclusões. Em um dos trechos Mandela declara: “Sabem? Se alguma coisa aprendi na prisão, é que o tempo é a coisa mais importante na vida. Dada por Deus, uma só uma vez. E nunca mais volta para trás.” ”É por isso que procuro chegar sempre a horas a todos os compromissos. Quem se atrasa, rouba a coisa mais preciosa dos outros: o tempo. E esse, é um tesouro de vida que só Deus nos deveria poder subtrair.”
Recomendo veementemente a leitura deste livro, que instrui, emociona e expande a inteligência.
E aguardo a oportunidade de receber em São Paulo esse amigo que o destino estava guardando para mim, para tentar retribuir modestamente a hospitalidade lusitana, tão proverbial entre nós.
Obrigado mestre pela sugestão de leitura do meu livro Selva Urbana, que me deu um prazer imenso escrever.
Se me permite o espaço, para os eventuais interessados – já que o livro é uma edição universitária de acesso nem sempre fácil – aqui vos deixo o respectivo link da internet.
Abraço de amizade.
http://www.wook.pt/ficha/a-selva-urbana/a/id/200358






Amigo mestre. As suas palavras me sentam em humildade dentro de mim. São de um excesso só explicável pela extrema grandeza de quem as assina.
A vida tem-me prendado com pessoas extraordinárias, como o por si referido Nelson Mandela, ao lado de quem se inscrevem raros farois do nosso existir como é o seu caso.
Obrigado pela luz que espalha no nosso mundo.
Só lhe posso retaliar com o mimo de mega-entrevista de televisão de mais de uma hora que fizemos em Lisboa e que já está em fase de pós-produção.
Se me permite, acho-o uma pessoa absolutamente extraordinária e linda.
Querido Amigo. Gostaria que você lesse o post que acabei de escrever sobre Os Lusíadas do companheiro ZéPaulo. Procure escutá-lo. Se sentir o mesmo que eu senti, se achar que ele merece, eu ficaria muito feliz ao saber que pudemos fazer o mundo conhecer esse artista português que a meu ver é um dos mais talentosos que já conheci. Talvez eu tenha me excedido na emoção, mas atribuo isso um pouco à saudade, à gratidão e ao amor que tenho por Portugal e que me ficam entalados na garganta.
Sábio Mandela!
Só se valoriza mesmo o tempo, quando não se tem. Por isso que concordo plenamente com o dito por ele.
Temos que respeitar todo o tempo, não apenas o nosso, mas principalmente o dos outros.
Beijinhos com um monte de saudades.
Amigo Mestre. Sim já li o seu post dedicado ao Zé Paulo, pessoa que tive o prazer de conhecer durante a sua passagem por Lisboa e que foi de uma gentileza inexcedível tal como a sua shakti Zélia.
São pérolas de um encontro de saberes, sensibilidades e luzes que nos vão polindo a todos em pequenos brilhos de um mesmo colar.
Mas esse é um afinar de instrumentos, numa sintonia só possível debaixo da batuta de alguém que lê mais longe na partitura.
Obrigado a si por ser esse mestre-maestro que nos soma a nós, humildes degraus, numa escada para algo melhor.
Mateus acha que podemos dar uma força ao ZéPaulo, a fim de que apresente sua obra a algum veículo de comunicação que emita uma boa crítica, que o toque para que as pessoas possam ouvi-lo?
Querido António, foi para nós um prazer ter-te recebido na 5 de Outubro. Fiquei com muita pena de não ter estado com a Luísa, mas concerteza, que haverá outras oportunidades.
Muito obrigada pelas tuas palavras a nosso respeito e, quero que saibas, que o sentimento é mútuo.
“Mas esse é um afinar de instrumentos, numa sintonia só possível debaixo da batuta de alguém que lê mais longe na partitura.” – esta frase é linda… parabéns, porque é isso mesmo que o Mestre é
Esperamos que, brevemente, nos voltemos a encontrar para bebermos mais umas chávenas de chai.
Beijinhos para ti e Luísa.
Olá pessoas lindas

Como se diz na minha terra: “bem haja! quem, como vocês. me fez sentir tão em casa, na vossa unidade, como se da família fosse.
Nunca bebi tantas chávenas de chá…nesse caso…de chai, uma deliciosa surpresa para um bípede ignorante como eu
Beijos
Bom dia mestre! Hmm…já tinha ficado com essa ideia após a conversa que tive com o Zé Paulo na unidade da 5 de Outubro. Vou mexer uns cordelinhos e ver que música sai.
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O talento é como a água. A dúvida não está em se vai ou não ultrapassar o obstáculo mas sim em como o vai fazer
Abraço amigo
Obrigado, amigão!
Obrigada, Mestrão
Obrigado mestre pela sugestão de leitura do meu livro Selva Urbana, que me deu um prazer imenso escrever.
Se me permite o espaço, para os eventuais interessados – já que o livro é uma edição universitária de acesso nem sempre fácil – aqui vos deixo o respectivo link da internet.
Abraço de amizade.
http://www.wook.pt/ficha/a-selva-urbana/a/id/200358
Olá, Mestre! É por questões destas que acho tão importante estarmos lá fora e conviver fora da egrégora: se estivermos sempre fechados no nosso casulo será impossível encontrar outros tantos que não sabem que existimos! bjinhos aos três: a si como é óbvio
, ao ZéPaulo (ainda me lembro do primeiro dia em que o vi: inauguração da unidade Cinco de Outubro, nos tempos idos em que era demonstradora…) e ao António Mateus com quem tive o prazer de conversar entre pizzas e gelados.
Obrigado no que me toca, Luísa Sargento, pela simpatia. Também gostei muito de te conhecer. Vocês qualquer dia ainda me convencem a começar a praticar Yoga…já andei a dar uma olhada aos programas de pré-yoga. Se calhar começarei por aí
Bem me pareceu que o bichinho já estava aí!
Sempre que estiverem em Lisboa é só passarem aqui no Chiado, na Praça Luís de Camões, n.º 36-1º Dtº, e serão recebidos com um forte abraço. Toda a equipa ficará contente! bjinhos e até já