quinta-feira, 17 de junho de 2010 | Autor:

Olá mestre de luz!

Vamos pedalar por um projecto humano de todos nós!

Aqui na “lusolândia”, depois de termos produzido o livro “Histórias sem aquele era uma vez” para financiar um projecto de apoio a meninas vítimas de tráfico sexual na Guiné-Bissau, um grupo de jornalistas das três tvs, diversas rádios e periódicos escritos vamos participar no Lisboa Bike Tour.

As bicicletas em que vamos pedalar na prova serão doadas como meio de transporte à escola sustentada pelo projecto “SOS Meninas Talibés”.

Posso abusar de vós e convidar-vos a tornarem-se parte deste abraço colectivo comprando e divulgando o livro, cuja receita reverte integralmente para um projecto que é também seu?

Obrigado!

Abraço do coração!
António Mateus, Lisboa

Estou feliz em poder ajudar. Tenho a certeza de que o nosso pessoal se sensibilizará. Um forte abraço deste seu amigo. DR

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4 comentários

  1. 1
    Luciano Lameira
    quinta-feira, 17 de junho de 2010 às 6:16
     

    Egrégora – Parte I

    O Método DeRose é mesmo riquíssimo. Temos a maestria nas técnicas, mas a parte Conceitual ainda nos desafia com um enorme campo de estudos e vivências. Um dos conceitos que integra a nossa cultura e que atrai minha atenção é o de egrégora. É tão importante que o Mestre chega a vislumbrar maneiras de mudarmos nosso destino através da compreensão deste fenômeno. Está tudo lá na obra Karma e Dharma.

    DeRose diz que “egrégora provém do grego egrégoroi e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade”. Fico me perguntando: – De onde o Mestre tira estas ideias? Eu até tenho uma resposta a minha própria pergunta, mas, de qualquer forma, fui pesquisar e acabei me aprofundando na questão. Descobri que existe uma ciência chamada de Dinâmica dos Grupos e nela não encontrei a tal palavra “egrégora” em lugar algum. Passei a admirar ainda mais o DeRose quando percebi que o conceito acaba sendo uma síntese do que dizem vários autores e, ainda mais, com possibilidades de associações práticas. Então pensei em escrever alguns pequenos textos falando sobre o assunto e este é o primeiro.

    Grupo ou egrégora?

    Estamos habituados a chamar a nós mesmos pelo termo egrégora. Dizemos “a egrégora da Unidade tal…”, “a nossa egrégora é assim…” etc. Será que o correto não seria chamarmos de grupo? Bom, considerando que ela é “uma força gerada pelo somatório de energias…”, então não é simplesmente um conjunto de pessoas. Egrégora é um fenômeno grupal.

    Acontece que existe o conceito de agrupamento e o de grupo. Agrupamento é apenas um número de pessoas que estão juntas, mas sem um objetivo comum. Por incrível que pareça, é o que acontece em muitas empresas. As pessoas trabalham sem uma meta comum, ficam sentadas diante de uma telinha cuidando de cumprir as tarefas sem saber bem onde realmente precisam chegar. A comunicação com o colega ao lado é pelo Messenger. Se levantar da cadeira para conversar com alguém pode parecer que está fugindo do trabalho, que está disperso. Melhor ficar olhando para a tela, mesmo que seja para o Orkut. Vai saber lá o que o chefe pode pensar.

    Bom, voltando a questão principal, em um grupo é bem diferente. No grupo as pessoas compartilham os mesmos objetivos, tem uma comunicação mais espontânea, estão envolvidas verdadeiramente mental e emocionalmente. E é isso que vemos no nosso método. Quando chamamos a nós mesmos de egrégora, não estamos fazendo referência a um aglomerado de gente. Não estamos juntos por uma obrigação. Compartilhamos ideais, estamos realmente envolvidos. Lembro agora que não pude ficar para o sat chakra no encerramento do DeRose Festival em Florianópolis. Meus alunos ficaram e quase em casa recebi um torpedo: “Foi fantástico! Choramos todos.” A mensagem denota o quanto eles estavam envolvidos emocionalmente.

    Concluo que a referência a nossa egrégora não é apenas poética, é correta e tem fundamentos tão profundos que talvez nem a gente mesmo tenha se dado conta ainda.

    Luciano Lameira
    Unidade Bento Gonçalves – RS

    DeRose Reply:

    Muito bom o seu texto. Mais uma definição, mais curta: egrégora é o poder gregário, a força do grupo.

  2. 2
    DeRose
    sexta-feira, 18 de junho de 2010 às 0:16
    uni-yoga.org
     

    Está bem, Taty. Vou publicar de novo o post sobre o Rotary. Se não quiser esperar pela publicação, procure pelo post. É mais ou menos recente.

  3. 3
    Alan Hecktor
    sábado, 19 de junho de 2010 às 19:13
     

    Como adquirir o livro?

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