Civilidade, o que é isso?
O que vem a ser “civilidade”? O Dicionário Houaiss nos diz que é “um conjunto de formalidades, de palavras e atos que os cidadãos adotam entre si para demonstrar mútuo respeito e consideração, boas maneiras, cortesia.” Como sinônimo nos oferece a palavra “delicadeza”.
Eu tiraria formalidades e colocaria atitudes, já que a civilidade precisa ser tão legitimamente incorporada que não deve depender de formalidades. Defendo que a civilidade é autêntica quando exercida até com seus amigos íntimos, com seus familiares e com seu parceiro afetivo.
Cordialidade
Cordialidade provém do latim cordis, coração. É algo que fazemos de coração, com afeto, com amor. Expressar cordialidade como um estilo de vida, além de ser uma postura linda perante a vida, perante o mundo, faz bem a nós mesmos. No passado, havia inclusive remédios que eram denominados cordiais, porque faziam bem ao coração.
De fato, você fica com uma sensação de coração mais leve quando manifesta uma atitude bonita, amável, seja lá com quem for. Isso nos demonstra que o maior beneficiado não é o outro que foi alvo da nossa gentileza e sim nós mesmos, em primeiro lugar.
A civilidade abre portas, facilita os trâmites sociais, culturais e até mesmo os burocráticos. Um aluno cordial cativa seus professores que facilitarão sua vida escolar. Um funcionário gentil azeita as relações com clientes, com colegas e com superiores. Um cliente simpático consegue mais boa vontade e, às vezes, até um desconto por parte do vendedor. Um vendedor atencioso vende mais, ganha mais dinheiro. Um morador simpático consegue exceções maravilhosas do porteiro do seu prédio.
A civilidade, a cordialidade são muito fáceis quando o outro já está sendo amável. Mas, e quando o outro está sendo grosseiro e agressivo? Bem, aí é preciso que sua civilidade seja muito autêntica e que você tenha assumido o compromisso perante si próprio de ser cordial em qualquer situação, com qualquer pessoa, haja o que houver.
Certa vez, a vizinha apresentou uma reclamação por escrito contra uma instrutora do nosso Método que morava no apartamento de cima. Reclamava que a moradora de cima chegava tarde, andava de salto alto e ouvia música muito alta. Fora uma reclamação injusta. Na época, Virgínia nem usava salto alto. E sempre foi uma jovem suave, de modos sutis. O impulso da indignação era escrever uma carta veemente que rebatesse as reclamações daquela senhora. A vontade de qualquer pessoa seria a de lhe dizer umas verdades e criar um confronto. Mas, como Virgínia é instrutora do Método DeRose, orientei-a a escrever esta carta:
“Prezada Sra. Rosa Maria.
Fiquei ciente de que, involuntariamente, perturbei o seu sossego. Peço que me desculpe, pois tenho plena consciência de que a minha liberdade termina onde começa a do meu vizinho. Lamentavelmente, as paredes e lajes do nosso prédio são muito finas e o mínimo ruído produzido num apartamento perturba os que estão em baixo e em volta.
Procuro ouvir minhas músicas em volume baixo e sempre que posso caminho descalça quando estou em casa. Mesmo assim, soube que o som tem atrapalhado o seu descanso.
Já providenciei um tapete para ver se assim os ruídos do meu apartamento não reverberam mais no seu e vou tentar escutar minhas músicas ainda mais baixo. Caso essas medidas não sejam suficientes, por favor, me informe para que eu veja que outros cuidados preciso adotar para não incomodá-la.
Quanto a chegar tarde em casa, eu preciso trabalhar até tarde e como não tenho computador em casa preciso usar o do escritório da Universidade onde trabalho, a fim de que na manhã seguinte minhas tarefas estejam em dia. Mas procurarei entrar em casa o mais silenciosamente possível.
Obrigada pela sua compreensão.
Virgínia Barbosa
Apartamento 75
Tel. xxxx-xxxx”
Como resultado dessa cartinha, a moradora retirou a queixa contra a vizinha, elogiou-a perante todos os condôminos e até eu recebi elogios por nossa instrutora ser tão educada.
No mesmo prédio, uma vizinha reclamou da moradora ao lado que, por acaso era outra instrutora da nossa Cultura. A reclamação era absurda, pois aludia a barulho que faziam as amigas recebidas altas horas da noite pela Mariana. Acontece que a Mariana não recebia ninguém na sua casa, nem de noite, nem de dia, pois trabalhava muito o dia todo e à noite chegava e caía na cama, de cansada, e dormia.
Mais uma oportunidade de alimentar conflitos ou de cultivar as boas relações humanas. Aconselhei Mariana que escreveu a seguinte carta:
“Estimada vizinha Vivian.
Acabo de receber o seu e-mail que foi enviado ao síndico, sobre alguns probleminhas que estão ocorrendo no nosso andar.
Lamento que ao abrir a porta eu tenha feito muito barulho. Não percebi, mas é possível que assim tenha sido por falta de cuidado da minha parte. Vou prestar mais atenção das próximas vezes.
Sobre eu chegar de madrugada com uma amiga falando alto, isso pode ter ocorrido no máximo uma vez, há muito tempo. Moro sozinha e não recebo amigos ou amigas em casa, pelo simples motivo de que trabalho na escola até tarde e não me sobra tempo para atividades sociais em minha residência. Imagino que possa ter sido outra pessoa e sugiro que, para tirarmos a dúvida, da próxima vez que isso ocorrer, a prezada vizinha observe pelo olho mágico ou mesmo abra a porta para flagrar quem está entrando com a amiga de madrugada, falando alto.
De qualquer forma, estou ao seu inteiro dispor para conversarmos e buscarmos juntas as soluções que satisfaçam a todos nós que precisamos compartilhar um espaço tão pequeno.
Cordialmente,
Mariana Rodrigues”
Mas o prédio é mesmo problemático. A vítima seguinte fui eu mesmo, com reclamações descabidas sobre a minha cadela Jaya que é extremamente educada. Argumentava o síndico que alguns condôminos reclamaram por que ela estava solta e eles tinham medo. E porque cachorro tem que descer pelo elevador de serviço e sair pela garagem. E que nossos cães (dos moradores que tinham cachorros) não poderiam circular nem brincar nas áreas comuns do térreo. E mais uma porção de implicâncias. Agora era a minha vez de escrever uma cartinha de acordo com os nossos princípios de cordialidade e conciliação. Enviei esta carta a todos os moradores:
“Estimado Vizinho.
Sou o proprietário do apartamento 71. Recentemente, nosso Síndico teve uma amável conversa comigo a respeito da minha cachorrinha Jaya (que de cachorrinha só tem o carinho que sinto por ela, pois é meio grandalhona) e do Fred, o labrador preto de propriedade da moradora Sra. Regina.
O síndico me informou que, às vezes, eles correm e sujam o chão com as patas cheias de terra e que alguns moradores têm medo deles, não por ser bravos – pois eles são bem mansos e queridos – mas pelo seu tamanho, uma vez que poderiam trombar com algum condômino mais idoso. Ele está com a razão.
Por isso, por uma questão de civilidade e boa vizinhança, quero encontrar uma solução que o deixe satisfeito e que agrade aos demais moradores sem, com isso, prejudicar os que tem cães.
Como parte da solução, propus instalar, por minha conta, uma cerca que proteja o canteiro de flores para que elas não sejam pisoteadas pelos nossos amiguinhos de quatro patas.
Propus, também, que a parte de trás, que dá para a Av. Rebouças, seja isolada e que nossos cães possam se exercitar e brincar sem perturbar os demais moradores.
Caso o estimado Vizinho tenha alguma opinião ou sugestão a respeito, eu agradeceria se tivesse a bondade de me escrever ou contactar, para que pudéssemos avaliar e ponderar uma solução adequada.
Com toda a boa vontade do
DeRose”
Bem, nem sempre a gentileza funciona. Nesse caso, não adiantou nada quanto aos cães. Mas tenho a certeza de que contribuiu bastante para a nossa boa imagem junto aos vizinhos. E isso é sempre muito importante.






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Cordialidade faz parte das boas maneiras e do bom relacionamento humano, o que tem muito a ver com o nosso Método!
Sugiro que este post seja incluído na próxima edição do livro “Boas Maneiras”, Mestre.
Um beijão para você!
Shiiii-va! Você não leu os posts anteriores… Este é um livro novo, Ju. Aguardo suas sugestões de tópicos e mesmo de textos. Beijinhos.
Opa!! Pode deixar, Mestre!!
Um beijo grande.
Comigo ocorreu algo parecido ano passado.
Morávamos em duas instrutoras e ,devido aos horários de trabalho, quase não nos víamos em casa durante a semana. Aconteceu que em uma noite, durante uma conversa, descobrimos que tínhamos feito o ginásio na mesma escola em São Paulo e éramos da mesma turminha, mas não lembrávamos uma da outra. Loucura! Colocamos a gravação da formatura da oitava série (VHS…rs) e estava lá… dançávamos juntas numa rodinha de meninas aos 14 anos de idade.
Foi inebriante perceber quantas vezes nossos caminhos tinham se cruzado após este acontecimento e que só havíamos percebido a presença uma da outra quando travamos contato com o Método DeRose.
Resultado: risadas altas e descontroladas.
No dia seguinte a síndica comunicou-me que a vizinha de cima estava muito irritada com a situação e ainda reclamava de coisas que… bem, não fazíamos idéia do que ela reclamava, mas em todo caso fiz questão de ir até seu apartamento, explicar o ocorrido e pedir desculpas. Tudo ficou bem e nenhuma das partes precisou ficar cultivando sentimentos nocivos.
Aproveito para mandar um grande beijo cordial para esta minha amiga que não está mais em Londrina.
E um pra você mestre.
Nádia
Instrutora Unidade Londrina
Tenho muitas histórias assim para contar, de colegas de colégio e até de parentes que vieram a se conhecer aqui na nossa egrégora. Beijinhos.
Inspirador… Muchas gracias, Mestre.
Fuerte abrazo!
Hola Maestro.
Antes que nada quiero mandar un gran abrazo por la gran labor que ha realizado en todo este tiempo, estoy muy agradecida ya que ahora puedo decir que estoy rodeada de personas y cosas muy lindas gracias al Método DeRose.
Hoy quiero comentarles acerca de una catástrofe natural que ocurrió hace algunos días en Guatemala, un huracán azoto gran parte de este país, al mismo tiempo que un volcán hizo erupción.
Se que están buscando ayuda de muchas partes y me gustaría aprovechar el espacio para mostrar lo que esta sucediendo y de que manera podemos ayudar.
Yo ahora vivo en Buenos Aires, y practico en la Sede de Palermo, pero antes viví en Guatemala, y por eso tengo tanto cariño por este país y por su gente.
Envío aquí un reportaje fotográfico donde muestra la situación que se vivió y de que manera podemos ayudar.
http://www.boston.com/bigpicture/2010/06/a_rough_week_for_guatemala.html
como ayudar:
http://www.shelterboxusa.org/
http://www.unicef.org/spanish/infobycountry/guatemala_31420.html
http://www.rotary.org/en/ServiceAndFellowship/ProjectResources/Announcements/Pages/100601_announce_floodscentralamerica.aspx
No me queda mas que decir Gracias por su cariño y enseñanzas.
Un enorme abrazo desde mi corazón para todas las personas que participan en este site.
Escrever cartas cordiais, neste tipo de situações, é toda uma arte. Mais ainda se, ao invés de ser uma carta que escrevemos em casa, é uma resposta que tem que ser dada nesse mesmo instante, sem poder se retirar a reflectir.
Sobre civilidade, tem um texto do Jojo que li faz pouco tempo que retrata bem este tipo de situações. Vou procurar o texto e volto. Beijinhos!
Anahí
Buenos Aires
Aqui está! Este texto do Joris é bem humorado, e retrata mais uma vez a civilidade entre vezinhos. Recomendo a leitura:
http://yogafloripa.com/blogdojojo/2010/05/um-vizinha-das-arabias/
Beijinhos!
Anahí
Buenos Aires
Com certeza a cordialidade é uma ferramenta poderosa e deve ser exercida com veemência diariamente. E como é bom conviver com pessoas que o fazem!
Muitos beijinhos
Carla Aguiar
Método DeRose Vila Olímpia, SP
Este texto, tão inspirador e útil neste preciso momento da minha vida, fez com que eu ficasse ainda mais ansiosa pela chegada desse livrinho! Muito obrigada, Mestre, por partilhar connosco a sabedoria!
Um grande beijinho,
Joana Cardoso,
aluna da Unidade Antas, Porto, Portugal
Conto com as suas sugestões. Beijinhos.
Como já foi mencionado aqui no blog, acho que é sempre bom dar ênfase especial à civilidade na convivência com aqueles que nos estão mais próximos e de quem mais gostamos: família, companheiro/a, amigos… Afinal, as pessoas mais importantes acabam por ser aquelas com quem é mais fácil haver um desleixo a nível de cordialidade no trato! Tenho a certeza que o Mestre tem, sobre este assunto, muito para partilhar, para além do que já referiu nas outras obras.
Obrigada por este post
era tudo o que precisava de ouvir pra acreditar que sim este modo de viver e de se relacionar é possível
Um beijo com muita saudade
Soninha
Graças também a você. Beijokas.
Mestre mais uma história de vizinhos. No mês passado a 5 de Outubro comemou os seus 8 anos de vida. No âmbito das comemorações tivemos, á tarde, um curso com o Prof. António Pereira e à noite festa com baile de máscaras. Cerca das 22h00 o nosso vizinho de cima, que é padre, veio bater à nossa porta porque tinhamos a música muito alto. É verdade que tinhamos, mas era sábado à noite e nós gostamos de dançar. Ele estava mesmo bravo. Pusemos a música mais baixo e continuámos a festa, de modo a não importunar.
Na semana seguinte, encontrei- na escada e com um sorriso nos lábios, pedi-lhe desculpa mas era a nossa festa de aniversário e só daí a um ano voltaríamos a fazer barulho. A resposta dele foi linda:
“Ah está bem, se foi a festa de aniversário eu dou-lhe o meu perdão!”
Beijinhos doces
Zélia
Algunas veces cuesta, pero vale la pena cambiar de actitud ante situaciones conflictivas.
Gracias Maestro!!!
Espero ansiosa el libro!!!! Un beso enorme!!!!!!!!!!
Un besote.
I already knew this book would be amazing, but this section touched me deeply. And, this also reminds me how everything I know about Portuguese is a result of the lifelong friendships, books, conversations over breakfast, lunch and dinner, parties which I have had the pleasure to enjoy with my Brazilian DeRose Method Family. Quality of life is being able to read and understand texts such as these that can change your life for the better!
rsrs
This lifestyle definitely has its advantages
Thanks!
Kisses.
Olá querido DeRose,
gostaria de divulgar este movimento que tem muito haver conosco:
http://www.ebomserdobem.com.br/site/home/
o que acham?
Bjs com carinho e saudades!
Bianca – Copacabana – instr Maria Elisa
Muito bom! Vamos divulgar. Beijinhos.
Que bonito isso.
Obrigado por compartires connosco e estares sempre disposto a ensinar-nos. És mesmo um exemplo, um professor, um amigo atento. Em uma palavra, Mestre.
Há títulos que não se compram, não se tiram em faculdades e não podem ser dados por diploma. E mesmo que tenhas os teus todos registados e oficialmente reconhecidos, também os conquistaste dentro do coração de cada um que escolhe chamar-te assim.
Tenho esse prazer e esse privilégio. Abraço forte.
Muito querido da tua parte. Beijão.
Querido Mestre.
Outro dia, em Floripa, você mencionou algo sobre o conflito, e entendi que ele não é uma boa moeda de negociação.
E é a pura verdade. A confrontação, me parece, tem desdobramentos imprevisíveis, tais como um possível conflito físico, processo criminal ou mesmo a morte, afora custos advocatícios. Ela, no nosso ponto de vista, é a última instância das relações humanas, só sendo utilizada quando todas as possibilidades de negociação foram tentadas.
Aproveito para parabenizar o exemplo de civilidade e boas maneiras que encontramos em nossa egrégora, em todos os níveis hierárquicos. Considero que seja uma das ferramentas mais poderosas para reforçar nossa coesão como um grupo cultural tão lindo e feliz.
Abração do Jojó
Oi, Jojó. No texto acima, negritei algumas palavras para que eu as localize quando for reler o seu texto para escrever alguns capítulos do livro. Ainda assim, precisamos questionar se a confrontação seria a solução mesmo depois que todas as possibilidades foram tentadas. Ainda penso que não vai resultar. Especialmente, porque essa brecha serviria de pretexto para argumentarmos: “Eu tentei tudo. Como nada funcionou, parti para a agressão.” Sem ter realmente tentado TUDO. Abração do De.
Esse diálogo me lembrou de uns fatos reais:
O pai de um amigo meu, que mora no interior do Amazonas*, costumava dar palmadas no filho sob o pretexto de que não adiantou conversar primeiro. Só que a “conversa” era contestável: meia porção de palavras irritadas que serviam mais como anunciação dos tabefes que estavam por vir do que como honesta tentativa de resolução pacífica. Realmente, se deixarmos o conflito como uma possibilidade da última instância, as pessoas utilizarão a utilizar o pretexto “Tentei conversar. Como não adiantou, dei uns tapas.”
Fortíssimo abraço!
* referências fictícias.
“O amor e a tolerância são pérolas que enriquecem os mandamentos da nossa ética.” (Mestrão!)
A empresa em que trabalho é uma das muitas que atendem os servidores da segurança pública de SC, através do fornecimento de gêneros alimentícios. Sempre dediquei gratidão ao que faço, pois são estas pessoas que procuram garantir nosso sossego. Porém, certa vez, atendi um telefonema de um senhor indignado, mau humorado, reclamando que sua mercadoria ainda não havia sido entregue. Tentei explicar que tínhamos prazo para a entrega, e que eles não haviam solicitado com antecedência. Porém todas as tentativas foram em vão, ele continuava dizendo que éramos irresponssáveis. Por fim, já exaurida, mas com gesto dócil e sem nenhum cinismo, eu disse ao senhor: – Me perdoe, o senhor tem toda razão!
No instante seguinte, a atitude dele mudou completamente. Me pediu desculpas pelo modo grosseiro e até mesmo admitiu que não estava com a razão. Disse ainda, que iria se organizar da melhor maneira possível para os pedidos posteriores, para que nós pudéssemos também, realizar nosso trabalho com êxito.
Ou seja, não precisamos esperar pelo outro, li todos os post’s e todos tem estórias semelhantes. A nossa ação consciente e atitude cordial é que fazem a diferença, colhemos assim, simpatia e bons relacionamentos. Este novo livro “já é” um grande sucesso!
Um abraço apertado!
Lu
Unidade Centro Cívico – Curitiba – PR
http://www.DeRoseCentroCivico.org/blog
Obrigado pela contribuição, Lu. Seu depoimento vai me inspirar. Beijinhos.
Muy lindo…
Besotes!
Empezar por las cartas es una buena idea, así uno tiene un tiempo para contener la respiración y no responder impulsivamente. Lo que me resulta realmente desafiante es salir de forma bienhumorada y cordial ante las agresiones de un interlocutor presente.
Y lo más difícil, en lo que sos Maestro ejemplar: repetir lo mismo innumerables veces sin que el interlocutor piense que uno subestima su inteligencia!
Otro tema que me encantaría ver abordado es cómo dar una enseñanza contundente cuando es necesario, sin perder la civilidad.
Besitos expectantes!
Yael – Buenos Aires
Para eso, no creo que haya una formula. Yo tuve mucha dificultad con ese tema y creo que si aprendi alguna cosa fue con la edad. Pero, intentaré. Besitos.
Mestrinho, impressionante como a observância dessas atitudes nos ensinam.
Incrível como quase sempre que alguém precisa de um serviço, principalmente se for reclamação em 0800 e se exalta, é mal atendido e o serviço não lhe é feito, ou demora muito.
Já quando você se mostra bem aflito, educado, fazendo a pessoa interagir do seu problema, ela meio que fica com dó e logo se presta a resolver com urgência seu problema.
Exemplo disso foi um dia quente em Fortaleza que nosso ar-condicionado da escola deixou de gelar.
Eu liguei pra loja e primeiro conversei com o gerente fazendo piadas de como aquele dia estava quente, entre risadas falei do problema. A loja já estava fechando, mas mesmo assim ele fez questão de mandar um técnico ainda naquele dia, minutos depois o problema foi solucionado.
Beijos!
Olá querido Mestre.
Adorei vê-lo no DeRose Festival de Floripa.
Civilidade é, também, cuidar do nosso planetinha.
O post abaixo ajuda a fazer isso.
Beijinhos da Marcia Zanchi
Unidade Dom Luís – Fortaleza – CE
Caros amigos,
Próxima terça-feira dia 1 de junho nossas florestas irão sofrer um ataque perigoso – deputados da “bancada ruralista” irão introduzir uma proposta para destruir o nosso Código Florestal, tentando reduzir dramaticamente as áreas protegidas, incentivando o desmatamento e crimes ambientais.
O que é mais revoltante, é que os responsáveis por revisar essa importante lei são justamente os ruralistas, representantes do grande agronegócio. É como deixar a raposa cuidando do galinheiro!
Há um verdadeiro risco da Câmara aprovar a proposta ruralista – mas existem também alguns deputados que defendem o Código e outros estão indecisos. Nos próximos dias, uma mobilização massiva contra tentativas de alterar o Código, pode ganhar o apoio dos indecisos. Vamos deixar claro para os nossos deputados que nós brasileiros estamos comprometidos com a proteção dos nossos recursos naturais – clique abaixo para assinar a petição em defesa do Código Florestal e depois encaminhe esta mensagem par os seus amigos:
http://www.avaaz.org/po/salve_codigo_florestal/97.php?cl_tta_sign=44a1e679ee12a63018ed71d1d5bbe69b
Enquanto o mundo todo está discutindo como preservar nossas florestas para futuras gerações, um grupo de deputados está fazendo exatamente o contrário: estão tentando entregar as nossas florestas para os responsáveis pela devastação e desmatamento do Centro-Oeste e da Amazônia. As alterações servem apenas para os latifúndios se expandirem mais, se houvesse uma revisão no Código, deveria ser para fortalecer proteções ao meio ambiente e apoiar pequenos produtores, e não para enriquecer o agronegócio.
As propostas absurdas incluem:
* Reduzir a Reserva Legal na Amazônia de 80% para 50%
* Reduzir as Áreas de Preservação Permanente como margens de rios e lagoas, encostas e topos de morro:
* Anistia aos crimes ambientais, sem tornar o reflorestamento da área uma obrigação
* Transferir a legislação ambiental para o nível estatal, removendo o controle federal
Essa não é uma escolha entre ambientalismo e desenvolvimento, um estudo recente mostra que o Brasil ainda tem 100 milhões de hectares de terra disponíveis para a agricultura, sem ter que desmatar um único hectare da Amazônia.
A proteção das floretas e comunidades rurais depende do Código Florestal, assim como a prevenção das mudanças climáticas e a luta contra a desigualdade do campo. Assine a petição para salvar o Código Florestal e depois divulgue!
http://www.avaaz.org/po/salve_codigo_florestal/97.php?cl_tta_sign=44a1e679ee12a63018ed71d1d5bbe69b
Juntos nós aprovamos a Ficha Limpa na Câmara e no Senado. Se agirmos juntos novamente pelas nossas florestas nós podemos fazer do Brasil um modelo internacional de desenvolvimento aliado à preservação.
Com esperança,
Graziela, Alice, Paul, Luis, Ricken, Pascal, Iain and the entire Avaaz team
Saiba mais:
País tem 100 mi de hectares sem proteção – Estado de São Paulo:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100505/not_imp547054,0.php
Estudos ressaltam importância ambiental do Código Florestal – WWF:
http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?24940/Estudos-ressaltam-importancia-ambiental-do-Codigo-Florestal
Mas Márcia, se você diz que eles vão votar no dia 1 de junho e você postou o alerta no dia 4 de junho, já era!
Saudades!
Passando aqui pra deixar um beijo bem caloroso e um abraço bem apertado!
Assiti esse vídeo e gostei, mostra Santôsha:
Amo você!
Misha
Veja, querida, como somos felizes! É uma vergonha acharmos que temos o direito de ficar tristes ou infelizes. Deve ser indigestão de felicidade. Um beijo do seu melhor amigo.
Mestre, amei este post. E agradeço. Nós sempre achamos que sabemos como ser cordiais, mas ao ler percebemos como em nosso comportamento podemos ser ainda melhores.
Os exemplos das cartinhas que você sugeriu que tanto a Vivi como a Mari escrevessem a suas vizinhas foi um ótimo exercício de aprimoramento de percepção, pelo menos para mim! Vou procurar ser ainda mais cordial no trato com as pessoas, e se passar por uma situação desta, antes de retrucar, vou me lembrar desses dois bons exemplos.
Um beijinho com saudades.
Saudade!
E alguém disse: “Comportamento gera comportamento” e aqui estão vários casos que provam isso mesmo. Realmente é bom ler e reflectir sobre estes conselhos sábios, nunca é demais interiorizarmos a melhor forma de lidar com os que nos rodeiam
Originalmente, pensei em utilizar nomes fictícios, mas o fato de se tratar de pessoas reais conhecidas por todos tinha a força da realidade. Colocarei mais um exemplo, ocorrido comigo mesmo para esclarecer que o prédio é que é encrenqueiro.
Mestre,
Obrigado por compartilhar mais um pouco de sua sabedoria e de suas vivências.
Tenho muito o que aprender sobre civilidade já que, nem sempre, porto-me como a distinção de um integrante de nossa cultura.
Periodicamente, releio o “Boas Maneiras no Yôga” e venho incorporando, cada vez mais, os teus ensinamentos. Graças ao apoio de outros participantes de nossa egrégora e a atenção carinhosa de minha instrutora, Thaís Lopes e dos outros instrutores da Unidade Santos, as mudanças em meus hábitos e comportamentos vem mudando, sem sombra de dúvidas, para melhor.
Mais uma vez, obrigado!
—————————–
Pedro Gabriel
Yôgin – Unidade Santos
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Esse prédio é complicado mesmo. Quando eu morava aí recebi uma carta reclamando do Nandi. Fiquei tão chateada na época, e agora vejo que é um padrão a reclamação. Tanta coisa para fazer pela humanidade, e tem gente que passa a vida reclamando. Ver gente perdendo tempo é como ver gente jogando dinheiro fora, me dá uma tristeza…
Beijos
Marisol Espinosa – Porto Alegre, Brasil
Marisol,
Reforçando a tua idéia, publico, aqui, mais um de meus poemas.
Título: dois É um.
Enquanto eu reclamo, não trabalho.
Enquanto aponto o dedo, não me vejo.
Enquanto eu quero a paz, esbravejo.
Enquanto acho injusto, não batalho.
Aponto as diferenças, não me igualo
e vou, com as aparências, pelo ralo.
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Se quiser ler outros versos e prosas, acesse: euoutroeu.blogspot.com
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SwáSthya!
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Pedro Gabriel
Yôgin – Unidade Santos
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yôgin
Olá Mestre. Que bom poder contribuir. Discordâncias em condomínios são bem recorrentes e saber tomar a atitude certa, de coração, buscando mesmo entender a perspectiva do outro é fundamental.
Mas o que mais gostei foi: “Defendo que a civilidade é autêntica quando exercida até com seus amigos íntimos, com seus familiares e com seu parceiro afetivo.”
Estive em uma palestra fantástica e bem humorada de um autor francês – Jean Claude Kaufmann- “Les petits agacements du couple” na Feira Internacional da Leitura de Campinas. Nessa palestra, o autor conta alguns testemunhos de casais sobre o que um faz que causa irritação no outro, periodicamente. E o próprio Claude afirma que por mais parecidos que sejamos, somos diferentes e isso vai se manifestar em algum momento, podendo a atitude de um gerar incômodo no outro.
A superação está mesmo em ser capaz de conter nosso afã pelo combate – que vem da nossa necessidade de se proteger, de fazer justiça, de ter razão etc. – e propor sempre uma oportunidade de acordo ou ajuda. Não há nada mais libertador do que estar disposto a aprender e mudar para melhor infinitamente.
Uma das histórias interessantes contadas foi a seguinte – resumindo:
A esposa tinha horror de como o marido tomava sopa em casa – aquele jeitinho barulhento rs.
E toda vez que ele tomava sopa em casa (os dois frente à frente), ela ficava extremamente irritada.
Quando ela, certa vez, perguntou porque ele fazia isso, porque não tomava sem barulho.
Então, o marido se pronunciou: – Eu gosto tanto da sua sopa e, quando estamos em casa é o único momento em que ninguém mais está me observando, que gosto de saborear ao máximo.
A esposa ficou sem saber se não fazia mais sopa em casa ou se ficava alegre pelo marido gostar tanto de ‘sa cuisine’.
No fim das contas, a esposa descobriu que a mudança teria que ser dela (aceitar o barulho durante a janta, parar de fazer sopa ou …) e fica claro que o marido não acreditava que ‘boas maneiras’ são necessárias inclusive em ambiente íntimo.
Para concluir, deixo um poema meu, escrito há algum tempo, mas que expressa minhas reflexões na convivência com o outro:
O outro
O que não somos;
O que não temos;
O não podemos ter.
Uma incógnita;
Um ponto-de-interrogação.
A materialização do inquérito
que nos faz questionar
quem somos, a todo momento.
A forma que nos obriga,
inconscientemente,
a nos definirmos,
a todo instante.
O que não temos;
O que não somos;
O que nunca iremos ser.
Aquele que nos reinventa,
a cada olhar,
palavra,
gesto…
Aquele que nossos limites define
enquanto os rompe.
O que é mestre e discípulo,
encontro e despedida,
daquilo que trazemos e buscamos,
do que deixamos e do que levamos.
É o outro aquele
que inerte torna nosso movimento
e é o mesmo,
que nem sempre como ele mesmo,
movimenta nossa inércia,
em infinitos ciclos de renovação…
Desculpe-me alongar-me tanto e agradeço sempre, Mestre, pela oportunidade de aprendizado e reflexão.
Um beijo grande,
Obrigado pela contribuição sobre a civilidade na intimidade. Lindo poema também. A poesia tem o mérito de fazer reverberar o outro coração que compartilha de uma mesma percepção da vida.
Mesmo em prosa, suas palavras fazem reverberar o meu
um beijinho
Mestre, lindo. Seus ensinamentos são sempre uma injeção de atitude, auto-estima e altruísmo. Obrigada!
Muitos beijos carinhosos a você.
Marina – graduada – Vila Mariana
Querido Mestre
Uma grande idéia o Manual de Civilidade. Este é o link de uma idéia parecida e que já é usada há alguns anos na cidade de Medellín (e funciona), Vivír Bueno en Medellín (Manual de Convivencia Ciudadana).
Um bom exemplo para mostrar que muitas pessoas estão receptivas à adotar iniciativas com essa.
http://alcaldiamedellin.codigoe-marketing.com/cultura_ciudadana09/index.php#/2
Mahá Abraço
Com muito carinho,
Patrícia
Muito obrigado, Patrícia! Vou ler com atenção. Certamente, terá boas sugestões de temas a ser abordados no nosso Manual de Civilidade. Um forte abraço.
Boa noite, DeRose!
Estávamos lendo há pouco este post no Círculo de Leitura aqui na Unidade Alto da XV, coordenado pela instrutora Júlia Rodrigues e pela aluna Andréia Colovini e lembrei desta carta do escritor Rubem Braga a seu vizinho:
Recado ao senhor 903
Vizinho,
Quem fala aqui é o homem do 1003. Recebi outro dia, consternado, a visita do zelador, que me mostrou a carta em que o senhor reclamava contra o barulho em meu apartamento. Recebi depois a sua própria visita pessoal – devia ser meia-noite – e a sua veemente reclamação verbal. Devo dizer que estou desolado com tudo isso, e lhe dou inteira razão. O regulamento do prédio é explícito e, se não o fosse, o senhor ainda teria ao seu lado a Lei e a Polícia. Quem trabalha o dia inteiro tem direito ao repouso noturno e é impossível repousar no 903 quando há vozes, passos e músicas no 1003. Ou melhor: é impossível ao 903 dormir quando o 1003 se agita; pois como não sei o seu nome nem o senhor sabe o meu, ficamos reduzidos a ser dois números, dois números empilhados entre dezenas de outros. Eu, 1003, me limito a Leste pelo 1005, a Oeste pelo 1001, ao Sul pelo Oceano Atlântico, ao Norte pelo 1004, ao alto pelo 1103 e embaixo pelo 903 – que é o senhor. Todos esses números são comportados e silenciosos; apenas eu e o Oceano Atlântico fazemos algum ruído e funcionamos fora dos horários civis; nós dois apenas nos agitamos e bramimos ao sabor da maré, dos ventos e da lua. Prometo sinceramente adotar, depois das 22 horas, de hoje em diante, um comportamento de manso lago azul. Prometo. Quem vier à minha casa (perdão; ao meu número) será convidado a se retirar às 21 :45, e explicarei: o 903 precisa repousar das 22 às 7 pois às 8:15 deve deixar o 783 para tomar o 109 que o levará até o 527 de outra rua, onde ele trabalha na sala 305. Nossa vida, vizinho, está toda numerada; e reconheço que ela só pode ser tolerável quando um número não incomoda outro número, mas o respeita, ficando dentro dos limites de seus algarismos. Peço-lhe desculpas – e prometo silêncio.
…Mas que me seja permitido sonhar com outra vida e outro mundo, em que um homem batesse à porta do outro e dissesse: “Vizinho, são três horas da manhã e ouvi música em tua casa. Aqui estou”. E o outro respondesse: “Entra, vizinho, e come de meu pão e bebe de meu vinho. Aqui estamos todos a bailar e cantar, pois descobrimos que a vida é curta e a lua é bela”.
E o homem trouxesse sua mulher, e os dois ficassem entre os amigos e amigas do vizinho entoando canções para agradecer a Deus o brilho das estrelas e o murmúrio da brisa nas árvores, e o dom da vida, e a amizade entre os humanos, e o amor e a paz.
Rubem Braga… um nome a não olvidar.
Olá, Mestre, tudo bem?
Feliz Aniversário de Casamento!!!! Vocês merecem! São lindos!!!
Veja a sugestão da Melina abaixo, sobre a supervisão. A ideia é que pedidos de cadastro de novos supervisionados devem ser sempre encaminhado por Diretores, assim como as inscrições de cursos etc.
Pra mim tudo bem, é só orientar e com o tempo isso passa a funcionar, só no início vai dar um trabalho a mais. Por outro lado, burocratiza um pouco, e essa é a primeira questão desse tipo em 5 anos que eu cuido da supervisão.
Escrevi pra Fê e ela sugeriu falar com você. O que acha?
Beijos.
Rô.
———- Mensagem encaminhada ———-
De: Melina Flores
Data: 14 de janeiro de 2012 12:52
Assunto: sugestão sobre a supervisão
Para: LSA DE ROSE EDITORA – ME , Rodrigo De Bona
olá Ro!!!
tudo bem com vc? saudades
gostaria de dar uma sugestão sobre como um aluno/instr novo é encaminhado à supervisão com o Mestre: assim como para participar em qualquer curso ou evento da Rede é apenas o Diretor que faz a inscrição, quero sugerir que para encaminhar alguem para a supervisão seja feito esse contato através do Diretor.
soube que tem uma instrutora da minha escola que já falou com vcs e já encaminhou os dados de uma aluna dela (e a aluna já assinou o contrato), e tudo isso foi feito sem eu saber.
acho que seria bacana numa situação dessas vcs conferirem com o Diretor em questão se o aluno é aluno mesmo, se é chêla, etc
que vc acham?
obrigada pela atenção!!!
beijinhos com carinho,
mel
Aprovo.
O seu livro está super atualizado. Vou lhe enviar o informativo que explana sobre as normas de revisão.
Abraço forte.
Sejamos delicados. E, se necessário for, cruelmente delicados.
Li no livro Tempos de delicadeza, achei esta frase bem oportuna.
beijos
Muito boa. De que trata do livro? Beijokas.
Minhas práticas com o Desenvolva sua mente ganharam um novo ar com este post. Não conhecia tão bem o conceito de cordialidade. E acho que também estarei evitando futuros incovenientes = )
Um abraço com muito carinho,
Ivo Nogueira
Sádhaka – Unidade Dom Luís – Fortaleza/CE
Sem dúvida, Ivo. Um abração.
Olá DeRose,
Compartilho com você e nossos amigos um poema de Carlos Drummond de Andrade.
Sobre o Homem e a “difícil dangerosíssima viagem de civilizar a si mesmo”
Espero que goste…
Forte Abraço
Marcelo Dib Basilio
Muito bom, Dib. Obrigado.
Naturalmente sorridente… abraços.
Luís Roldão
Abração!
Como enojarnos también nos hace mal!
Muchos besos!!
