quinta-feira, 22 de maio de 2008 | Autor:

Dize-me o que lês e dir-te-ei quem és – isto é verdade. Mas eu te conhecerei melhor se me disseres o que relês! (François Mauriac, Nobel de Literatura de 1952)

  1. Autor: Sandrão

    Oi Mestrão.
    Será muito bom acompanhar suas palavras mais de perto. Imagino que esse é o começo de uma nova relação com os alunos e com a opinião pública.
    Um beijo cheio de saudade,
    San.

  2. Ah! que legal! Essa semana reli um livro que gosto muito: Eu me lembro, um livro que você começou a escrever no Rio de Janeiro há alguns anos atrás e que ficou lindo! Sou mesmo sua fã, adoro reler o que você escreve!

    Saudade! SwáSthya e uma semana especial para você!

    Vanessa

  3. Autor: Mariana Rodrigues

    Que máximo esta frase… e é tão verdade!

  4. Autor: Anahí

    Com certeza, esse pensamento é muito bom. E também tem aqueles livros que grande quantidade de pessoas lêem e relêem ao longo da história, e que vão se transformando em clássicos, como explica o meu conterrâneo:

    “Clássico não é um livro que possua necessariamente esses ou aqueles méritos; é um livro que as gerações dos homens impelidas por diversas razões, lêem com prévio fervor e misteriosa lealdade.” Jorge Luis Borges

  5. Autor: Luis Régio

    Abstraindo-nos da forma e focalizando-nos na substância percebemos que o livro e o homem caminham a par. É mesma força que nos impele repetir a procura de determinada pessoa, ou a de reler um livro, porque em cada contacto há a expectativa de um alento que vive. Porém, os livros tais como as pessoas podem ser perigosos ou auspiciosos – ambos influenciam e determinam.
    Como dizia Carlos Mária Domínguez num dos seus livros: «…Os livros mudam o destino das pessoas. Uns leram o “Tigre na Malásia” e converteram-se em professores de literatura em remotas Universidades. “Siddharta” levou ao hinduísmo
    dezenas milhares de jovens, Hemingway converteu-os em desportistas…».
    Como é óbvio há textos e textos…, mas existem aqueles que mesmo escondidos, tentam saltar das suas prateleiras!
    Experimentem ler e reler “Mensagem de Amor” (não preciso referenciar o autor!) e depois coloquem esse escrito no local mais esconso – é garantido que vão ouvir a sua voz; ele não se vai calar! E por cada vez que o libertem a sua voz vai encorpar!

  6. Este mes em 19 dias li 6 livros em francês (sendo 4 deles do Camus), dois em português ( um do Saramago, que achei muito cansativo, outro água com áçucar para compensar e apenas descontrair ( Danielle Stell- Mergulho no Escuro), agora estou lendo outro dela. E como já disse anteriormente em outro post, os livros do DeRose, eu jamais deixo de ler, leio e releio todos, ao menos um capítulo que seja e estou super ansiosa a espera do lançamento do próximo livro: Zen Noção.

    Fora os livros, assisti 17 filmes em francês( entre eles Camille Claudel, um excelente filme) e uns 5 no cinema, o último foi O Estranho Caso de Benjamin Button, que por sinal, um ótimo filme.

  7. Não sei se cabe nesse tópico, mas escolhi por ser um pensamento. Se essa frase alguém antes de mim,já a tiver dito, perdoe-me o plágio, mas não me recordo de tê-la ouvido antes: ” Quando queremos encontramos tempo, quando não queremos arranjamos desculpas!”

    Beijos e um maha abraço em todos.

    E até mais tarde…
    À plus tarde
    Hasta más tarde
    A più tarde

  8. Querido Mestre,
    É uma delícia mergulhar nas entrelinhas de suas pérolas de sabedoria, bem como no óbvio.
    Estou degustando atualmente a releitura do Mitos e Verdades, que modificou-se tanto a ponto de tornar-se Quando é preciso ser forte. Senti a alteração do seu posicionamento como uma injeção de ânimo, apologia à tolerância e humildade.
    É realmente surpreendente perceber passagens que sempre estiveram lá, mas não assimilamos ainda após tantas leituras anteriores.
    Um beijão da sua fã,
    Cecilia

  9. Mestre,

    Só depois que comecei a ler os livros da Nossa Cultura é que realmente compreendi a importância da releitura. Compreendi de uma forma muito bem sentida e não apenas pensada.

    Um beijinho,


    Tamara
    Unidade São Bernardo/ SP

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