Dize-me o que lês e dir-te-ei quem és – isto é verdade. Mas eu te conhecerei melhor se me disseres o que relês! (François Mauriac, Nobel de Literatura de 1952)
Dize-me o que lês e dir-te-ei quem és – isto é verdade. Mas eu te conhecerei melhor se me disseres o que relês! (François Mauriac, Nobel de Literatura de 1952)
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Oi Mestrão.
Será muito bom acompanhar suas palavras mais de perto. Imagino que esse é o começo de uma nova relação com os alunos e com a opinião pública.
Um beijo cheio de saudade,
San.
Ah! que legal! Essa semana reli um livro que gosto muito: Eu me lembro, um livro que você começou a escrever no Rio de Janeiro há alguns anos atrás e que ficou lindo! Sou mesmo sua fã, adoro reler o que você escreve!
Saudade! SwáSthya e uma semana especial para você!
Vanessa
Que máximo esta frase… e é tão verdade!
Com certeza, esse pensamento é muito bom. E também tem aqueles livros que grande quantidade de pessoas lêem e relêem ao longo da história, e que vão se transformando em clássicos, como explica o meu conterrâneo:
“Clássico não é um livro que possua necessariamente esses ou aqueles méritos; é um livro que as gerações dos homens impelidas por diversas razões, lêem com prévio fervor e misteriosa lealdade.” Jorge Luis Borges
Abstraindo-nos da forma e focalizando-nos na substância percebemos que o livro e o homem caminham a par. É mesma força que nos impele repetir a procura de determinada pessoa, ou a de reler um livro, porque em cada contacto há a expectativa de um alento que vive. Porém, os livros tais como as pessoas podem ser perigosos ou auspiciosos – ambos influenciam e determinam.
Como dizia Carlos Mária Domínguez num dos seus livros: «…Os livros mudam o destino das pessoas. Uns leram o “Tigre na Malásia” e converteram-se em professores de literatura em remotas Universidades. “Siddharta” levou ao hinduísmo
dezenas milhares de jovens, Hemingway converteu-os em desportistas…».
Como é óbvio há textos e textos…, mas existem aqueles que mesmo escondidos, tentam saltar das suas prateleiras!
Experimentem ler e reler “Mensagem de Amor” (não preciso referenciar o autor!) e depois coloquem esse escrito no local mais esconso – é garantido que vão ouvir a sua voz; ele não se vai calar! E por cada vez que o libertem a sua voz vai encorpar!
Este mes em 19 dias li 6 livros em francês (sendo 4 deles do Camus), dois em português ( um do Saramago, que achei muito cansativo, outro água com áçucar para compensar e apenas descontrair ( Danielle Stell- Mergulho no Escuro), agora estou lendo outro dela. E como já disse anteriormente em outro post, os livros do DeRose, eu jamais deixo de ler, leio e releio todos, ao menos um capítulo que seja e estou super ansiosa a espera do lançamento do próximo livro: Zen Noção.
Fora os livros, assisti 17 filmes em francês( entre eles Camille Claudel, um excelente filme) e uns 5 no cinema, o último foi O Estranho Caso de Benjamin Button, que por sinal, um ótimo filme.
Não sei se cabe nesse tópico, mas escolhi por ser um pensamento. Se essa frase alguém antes de mim,já a tiver dito, perdoe-me o plágio, mas não me recordo de tê-la ouvido antes: ” Quando queremos encontramos tempo, quando não queremos arranjamos desculpas!”
Beijos e um maha abraço em todos.
E até mais tarde…
À plus tarde
Hasta más tarde
A più tarde
Querido Mestre,
É uma delícia mergulhar nas entrelinhas de suas pérolas de sabedoria, bem como no óbvio.
Estou degustando atualmente a releitura do Mitos e Verdades, que modificou-se tanto a ponto de tornar-se Quando é preciso ser forte. Senti a alteração do seu posicionamento como uma injeção de ânimo, apologia à tolerância e humildade.
É realmente surpreendente perceber passagens que sempre estiveram lá, mas não assimilamos ainda após tantas leituras anteriores.
Um beijão da sua fã,
Cecilia
Mestre,
Só depois que comecei a ler os livros da Nossa Cultura é que realmente compreendi a importância da releitura. Compreendi de uma forma muito bem sentida e não apenas pensada.
Um beijinho,
–
Tamara
Unidade São Bernardo/ SP