Arrow – o desafio
Sinopse do filme – No Canadá, um empresário de sucesso consegue projetar e fabricar, na década de 50, um avião, Avro Arrow, que atingia a incrível velocidade de duas vezes e meia a velocidade do som e uma altitude de 35.000 pés! Era indiscutivelmente o melhor avião de combate jamais construído em todo o mundo. No entanto, por inveja e politicagens, os inimigos do empresário, para prejudicá-lo, conseguiram passar uma lei que interrompia a fabricação da aeronave. Quando a fabricação foi proibida pelo Governo, chegou a notícia de que a França fizera um pedido de 400 unidades das turbinas do Arrow e os Estados Unidos queriam comprar todos os aviões disponíveis. Diante disso, a anta do Primeiro Ministro declarou que iriam fazer papel de idiotas perante o mundo se a França e os Estados Unidos tivessem o melhor caça jamais construído e eles, canadenses que o construíram, não o possuíssem. Então, recusou-se a vender àqueles dois países e deu ordens de que destruíssem todos os aviões, arquivos, filmes, fotografias, pesquisas, projetos, documentos, qualquer coisa que pudesse atestar a existência de semelhante aeronave. O empresário que projetou e construiu o Arrow morreu na miséria poucos anos depois da falência. Inacreditável? Pois é uma história real.
Este é de um documentário da rede CBC:
Esse aqui eu acho que é do filme que você indicou no Yôga Cine. Não sei também se fizeram um outro com o mesmo nome.
Esse outro também é do filme:
Aliás nunca consegui encontrar esse filme em locadoras.
Mais filme
Avro Arrow (CF105) Tribute
Há ainda outros videos. Digite”avro arrow” no youtube.
abraços






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Ops!
Um errinho de digitação no título. Está escrito Narrow.
Vejo que você tem feito mais erros de digitação do que o habitual nos textos que escreve para o grande público. Vou participar mais das correções.
É uma satisfação participar do seu blog Mestre!
Abraços
César – Saquarema, RJ
Obrigado, amigão!
Estava lendo alguma curiosidades e estas chamaram a minha atenção:
No século 6 antes de Cristo, o matemático grego Pitágoras disse que a Terra era redonda – mas poucos acreditaram nele.
O astrônomo grego Aristarchos disse no século 3 antes de Cristo que a Terra girava em torno do Sol – mas a idéia não foi aceita.
No século 2 antes de Cristo, o astrônomo grego Erastótenes mediu com precisão o perímetro da Terra (cerca de 40.000km) – mas ninguém acreditou nele.
No século 2 depois de Cristo, o astrônomo grego Ptolomeu afirmou que a Terra era o centro do Universo – todos acreditaram nisso durante os seguintes 1.400 anos
O que será que Ptolomeu fez (ou tinha) para que todos aceitassem a sua teoria? O que faltou aos outros?
Ele disse o que o egocentrismo das pessoas queria ouvir. Os outros cometeram a imprudência de dizer a verdade.
Mestre querido,
Adorei a aula de hoje.É uma enorme satisfação estar aprendendo a cada dia, a cada aula. Não estou praticando na unidade pois fiz uma cirurgia recentemente, nada de mais, e poderei voltar a praticar em dezembro. No entanto procuro estudar, acompanhar seu blog e inserir no cotidiano os conceitos e técnicas aprendidos durante as práticas. Há algo mais que poderia fazer enquanto não estou praticando na minha unidade?
Um beijo,
Romina
Floripa
Sim! Ler, ler, ler. Os nossos livros, é claro! E assistir às mais de cem webclasses gratuitas no site http://www.MetodoDeRose.org. Querendo aprofundar, assista aos DVDs. De resto, manter contato com a egrégora por todos os meios disponíveis. E blog, sempre. Fora isso, mantenha contato pessoal, físico, direto com o nosso pessoal. Saia com os colegas para comer, ir à praia, cinema, visitar os amigos. Viu quanta coisa?
A sensação que tenho é que o curso da humanidade é dirigida em grande parte pelos interesses de grandes corporações e governos, que no final das contas reflete o interesse das pessoas que ocupam cargos de poder nestes locais. Outro filme que mostra isso é o brasileiro Tropa de Elite2, imperdível.
Abraços
Luiz Rosa (do Brooklin)
Só não gostei da quantidade de patrocinadores (anúncios!) que aparecem antes do início do filme. No mundo inteiro os realizadores ganham com a venda dos ingressos. Aqui o nosso povo tem o condicionamento do paternalismo e o da esmola. “O estado e a iniciativa privada precisam sustentar o cinema e o teatro.” Se assim for, então há algo errado com o cinema e com o teatro brasileiro. O diretor de Tropa de Elite é um vencedor. Ganhou prêmios. Teve boa bilheteria. Não precisava daquilo. Também fiquei triste quando na cena final, na tomada aérea sobre Brasília, a câmera sobrevoa uma imponente bandeira brasileira que costuma tremular com dignidade em um altíssimo mastro. Só que no dia da filmagem não havia vento e a bandeira estava murcha, desmaiada. Mas venceu a teoria da acomodação, do “deixa assim que está bom” e do “não temos dinheiro para refilmar amanhã”. Então, precisavam ter a competência de verificar antes se havia vento para filmar uma vez só. Fico triste. Afinal, é o nosso cinema.