terça-feira, 2 de novembro de 2010 | Autor:
     

    Arrow – o desafio

    Sinopse do filme – No Canadá, um empresário de sucesso consegue projetar e fabricar, na década de 50, um avião, Avro Arrow, que atingia a incrível velocidade de duas vezes e meia a velocidade do som e uma altitude de 35.000 pés! Era indiscutivelmente o melhor avião de combate jamais construído em todo o mundo. No entanto, por inveja e politicagens, os inimigos do empresário, para prejudicá-lo, conseguiram passar uma lei que interrompia a fabricação da aeronave. Quando a fabricação foi proibida pelo Governo, chegou a notícia de que a França fizera um pedido de 400 unidades das turbinas do Arrow e os Estados Unidos queriam comprar todos os aviões disponíveis. Diante disso, a anta do Primeiro Ministro declarou que iriam fazer papel de idiotas perante o mundo se a França e os Estados Unidos tivessem o melhor caça jamais construído e eles, canadenses que o construíram, não o possuíssem. Então, recusou-se a vender àqueles dois países e deu ordens de que destruíssem todos os aviões, arquivos, filmes, fotografias, pesquisas, projetos, documentos, qualquer coisa que pudesse atestar a existência de semelhante aeronave. O empresário que projetou e construiu o Arrow morreu na miséria poucos anos depois da falência. Inacreditável? Pois é uma história real.

      

    Cesar Campello
    cesar.campello@gmail.com | 189.24.137.193

    Este é de um documentário da rede CBC:

    Esse aqui eu acho que é do filme que você indicou no Yôga Cine. Não sei também se fizeram um outro com o mesmo nome.

    Esse outro também é do filme:

    Aliás nunca consegui encontrar esse filme em locadoras.

    Mais filme

    Avro Arrow (CF105) Tribute

    Há ainda outros videos. Digite”avro arrow” no youtube.

    abraços

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  2. Autor: Cesar Campello

    Ops!
    Um errinho de digitação no título. Está escrito Narrow.
    Vejo que você tem feito mais erros de digitação do que o habitual nos textos que escreve para o grande público. Vou participar mais das correções.

    É uma satisfação participar do seu blog Mestre!

    Abraços

    César – Saquarema, RJ

    DeRose |

    Obrigado, amigão!

  3. Estava lendo alguma curiosidades e estas chamaram a minha atenção:

    No século 6 antes de Cristo, o matemático grego Pitágoras disse que a Terra era redonda – mas poucos acreditaram nele.

    O astrônomo grego Aristarchos disse no século 3 antes de Cristo que a Terra girava em torno do Sol – mas a idéia não foi aceita.

    No século 2 antes de Cristo, o astrônomo grego Erastótenes mediu com precisão o perímetro da Terra (cerca de 40.000km) – mas ninguém acreditou nele.

    No século 2 depois de Cristo, o astrônomo grego Ptolomeu afirmou que a Terra era o centro do Universo – todos acreditaram nisso durante os seguintes 1.400 anos

    O que será que Ptolomeu fez (ou tinha) para que todos aceitassem a sua teoria? O que faltou aos outros?

    DeRose |

    Ele disse o que o egocentrismo das pessoas queria ouvir. Os outros cometeram a imprudência de dizer a verdade.

  4. Autor: Romina

    Mestre querido,
    Adorei a aula de hoje.É uma enorme satisfação estar aprendendo a cada dia, a cada aula. Não estou praticando na unidade pois fiz uma cirurgia recentemente, nada de mais, e poderei voltar a praticar em dezembro. No entanto procuro estudar, acompanhar seu blog e inserir no cotidiano os conceitos e técnicas aprendidos durante as práticas. Há algo mais que poderia fazer enquanto não estou praticando na minha unidade?
    Um beijo,
    Romina
    Floripa

    DeRose |

    Sim! Ler, ler, ler. Os nossos livros, é claro! E assistir às mais de cem webclasses gratuitas no site http://www.MetodoDeRose.org. Querendo aprofundar, assista aos DVDs. De resto, manter contato com a egrégora por todos os meios disponíveis. E blog, sempre. Fora isso, mantenha contato pessoal, físico, direto com o nosso pessoal. Saia com os colegas para comer, ir à praia, cinema, visitar os amigos. Viu quanta coisa?

  5. Autor: Luiz Rosa

    A sensação que tenho é que o curso da humanidade é dirigida em grande parte pelos interesses de grandes corporações e governos, que no final das contas reflete o interesse das pessoas que ocupam cargos de poder nestes locais. Outro filme que mostra isso é o brasileiro Tropa de Elite2, imperdível.

    Abraços
    Luiz Rosa (do Brooklin)

    DeRose |

    Só não gostei da quantidade de patrocinadores (anúncios!) que aparecem antes do início do filme. No mundo inteiro os realizadores ganham com a venda dos ingressos. Aqui o nosso povo tem o condicionamento do paternalismo e o da esmola. “O estado e a iniciativa privada precisam sustentar o cinema e o teatro.” Se assim for, então há algo errado com o cinema e com o teatro brasileiro. O diretor de Tropa de Elite é um vencedor. Ganhou prêmios. Teve boa bilheteria. Não precisava daquilo. Também fiquei triste quando na cena final, na tomada aérea sobre Brasília, a câmera sobrevoa uma imponente bandeira brasileira que costuma tremular com dignidade em um altíssimo mastro. Só que no dia da filmagem não havia vento e a bandeira estava murcha, desmaiada. Mas venceu a teoria da acomodação, do “deixa assim que está bom” e do “não temos dinheiro para refilmar amanhã”. Então, precisavam ter a competência de verificar antes se havia vento para filmar uma vez só. Fico triste. Afinal, é o nosso cinema.

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