Desde bem jovem o cientista Graham Bell começou a trabalhar no projeto que o imortalizaria: o telefone. E, como sempre acontece, pagou caro por isso.
Bell queria casar-se com uma jovem. Certo dia o pai da donzela mandou chamar o pretendente à sua casa e humilhou-o de todas as formas, acusando-o de ser um vagabundo, dizendo que não trabalhava, que não tinha futuro, que era um João Ninguém e que se persistisse com a intenção de casar-se com sua filha, deveria abandonar aquelas idéias malucas de inventar um tal de telefone e arranjar um emprego.
Graham Bell não podia perder tempo com emprego, já que agasalhava um ideal muito maior. Ele tinha objetivo e sabia o que queria. Sabia que era possível transmitir a palavra pelos fios telefônicos, coisa tida na época como quimera. Ele sofria muita necessidade, passava muita fome e não tinha roupas decentes para cortejar sua eleita. Às vezes, alguma boa alma o convidava para jantar e isso era o que o mantinha vivo.
Trabalhando dia e noite, certo dia conseguiu fazer o telefone funcionar. Aquele jovem acabara de inventar o aparelho de comunicação que um século depois estaria em todas as residências e empresas do mundo! Mas… o inesperado ocorreu. Um concorrente invejoso, querendo para si os direitos da descoberta, conseguiu convencer a opinião pública de que Graham Bell era um charlatão e o legítimo inventor do telefone foi processado. Durante o julgamento foi insultado e ultrajado. Os jornais o chamaram de vigarista e charlatão. Ele foi coberto de vergonha e exprobração.
Como consolo, no final de muito sofrimento, Graham Bell ganhou a questão judicial e teve o seu nome limpo.






Por isso a humanidade caminha na velocidade que caminha.
Como já cantou Lulu Santos, “com passos de formiga e sem vontade”… ^-^
Obrigado pela correção da digitação. Abraço do DeRose.
Mestre DeRose, a pouco mais dois meses inicie a pratica de SwáSthya Yôga e diariamente leio o blog. Obrigada por dividir seu conhecimento conosco!
Lendo as historias de incompreendidos me lembrei do brilhante cientista incompreendido Nikola Tesla, que descobriu a corrente alternada e foi incompreendido e enganado. Alguns sites contam a sua biografia (que infelizmente é floreada por alguns):
“Tesla morreu sozinho e esquecido,porque sua forma de energia limpa e barata podia arruinar os lucros de grandes empresas que investiram bilhões em construções de hidroelétrica movidas a carvão.” http://pt.shvoong.com/movies/1868866-nikola-tesla-biografia/
“Nunca mais Tesla teria outra chance de trazer energia grátis ao mundo.” http://www.exatas.com/fisica/tesla.html
Fiquei curioso em saber se ele conseguiu se casar com a mocinha, mas parece que sim. E olha o Brasil no meio do samba… Segundo esse site:
http://br.geocities.com/saladefisica9/biografias/bell.htm
“Pouco depois, patenteou sua invenção e, a conselho do pai de sua noiva, já convencido da viabilidade do sonho, decidiu apresentá-la na exposição do jubileu de Filadélfia. Em um mês e meio, Bell construiu dois aparelhos para mostrar seu funcionamento aos visitantes da exposição, que, inicialmente, os acolheram com indiferença. Interveio, então, um golpe de sorte: Dom Pedro II, imperador do Brasil, reconheceu em Bell o professor da Universidade de Boston, que encontrara anos antes, e ficou curioso para saber o que, afinal, construíra. Bell não perdeu a oportunidade e, de uma extremidade do aparelho, recitou o famoso monólogo de Hamlet. “Grande Deus” – exclamou o imperador “isto fala”. Essa foi a frase que serviu a Bell para lançar sua invenção, que se tornou, a partir daquele instante, a principal atração da exposição, embora apenas como curiosidade científica.”
Este aqui diz que ele se casou:
http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u264.jhtm
“Bell casou-se com Mabel Hubbard e partiu para uma viagem à Europa. ”
A cada vez que leio alguma destas historias que vc conta, sobre pessoas adiantadas para a sua época e que não foram comprendidas, fico arrepiada, e pensando como eu teria reagido se tivesse estado presente naquela situação. Acho, neste caso, que teria convidado ao coitado a um bom jantar vegetariano!
Um beijo e bom dia a todos.
Anahí
Também tenho uma história para contar.
Também tenho uma história para contar.
No último domingo de Páscoa estava almoçando em família como de costume fazemos nas datas comemorativas.
Eis então que minha mãe me conta bem alegre: “Sabia que sua tia-avó já praticou Yôga?”. E minha querida tia-avó, hoje com 77 anos, responde rápida e rispidamente: “É yóga, Yôga são esses muleques que falam e acham que sabem alguma caoisa!”
Supreendente! Suas histórias me vieram à tona Mestre. Afinal, ela praticou yóga há 40 anos atrás. Isto que ela respondeu foi apenas a perpetuação do que a professora da época repetia.
Mas tudo bem, ela praticou mesmo yóga e eu pratico Yôga correto? Aliáis, Método DeRose, uma cultura, um estilo de vida. É mesmo outra coisa.
Para não deixar o clima ruim, mudei de assunto em seguida.
Um grande abraço!
http://www.vilamarianayoga.com.br/blog
Ah, e boas novas, estamos agora com o nosso Blog da Unidade Vila Mariana a todo vapor.
Os primeiros posts tratam de eventos um pouco antigos. Estávamos desatualizados. Agora já estamos atualizando frequentemente.
Quem mais quiser visitar está convidadíssimo!
http://www.vilamarianayoga.com.br/blog
Abraço novamente.
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