Antigamente queimavam os hereges com lenha.
Agora, queimam-nos com jornais.
DeRose
Helena Petrovna Blavatsky, uma sensitiva com dons paranormais, foi quem fundou a Sociedade Teosófica. Sofreu tão pavorosas perseguições e difamações, que fez publicar o seguinte anúncio no jornal New York World, em 6 de maio de 1877:
“Desde o primeiro mês de minha chegada a New York comecei, por motivos misteriosos, mas, talvez inteligíveis, a provocar ódio entre aqueles que pretendiam ser dos meus melhores amigos e manter comigo boas relações. Informações aleivosas, insinuações vis e indiretas pouco elegantes choveram sobre mim. Mantive silêncio por mais de dois anos, embora a menor das ofensas que me lançaram fosse calculada para excitar a repugnância de alguém com o meu temperamento. Consegui livrar-me de um número regular desses varejistas de difamações, mas, achando que estava atualmente, sofrendo na estima de amigos cuja boa opinião me é valiosa, adotei uma política de auto-exclusão.
“Por dois anos, meu mundo esteve restrito ao apartamento que ocupo, e dezessete horas por dia, em média, estive sentada à secretária, tendo os livros e manuscritos por únicos companheiros.
“Sou uma velha e sinto necessidade de ar fresco como qualquer pessoa, mas minha aversão por esse mundo, caluniador e mentiroso, que se acha fora das fronteiras dos países incivilizados e pagãos foi tal que, em sete meses, creio ter saído de casa apenas três vezes. Contudo, nenhum retiro é seguro bastante contra os caluniadores anônimos que se valem do serviço postal. Cartas inúmeras foram recebidas por amigos leais, contendo as calúnias mais imundas contra a minha pessoa.
“Por várias vezes fui acusada de alcoólatra, embusteira, espiã russa, espiã anti-russa, de não ser russa, de aventureira francesa, de ter estado em cárceres destinados a ladrões, de ter assassinado sete maridos, de bigamia etc. Outras coisas poderiam ser mencionadas, mas a decência não permite. Desafio qualquer pessoa em toda a América a vir provar uma só das imputações contra minha honra. Convido qualquer pessoa de posse de tais provas a publicá-las nos jornais, sob sua assinatura.“
Não é preciso dizer que ninguém assumiu a autoria das difamações. Blavatsky não foi a primeira nem a última a sofrer esse tipo de agressão. Foram incompreendidos, perseguidos, atacados, insultados, difamados seres de luz como Galileu Galilei, Charles Darwin, Giordano Bruno, Santos Dumont, Marcellino de Sautuola, Miguel Servet, Sigmund Freud, Carl Gustav Jung e tantos outros.
Blavatsky nem sonhava com o que conseguiriam fazer cem anos depois os inimigos da Luz para implantar as trevas.






O mundo é injusto. Não podemos contar com os outros. Mas quando você decide fazer justiça com as próprias mãos pode perder algo muito valioso e até mesmo a própria vida. Já se você decide fazer justiça com palavras, é caluniado e difamado pela imprensa e até por gente que nem conhece o seu trabalho. Como é fácil falar mal, inventar mentiras e difamar os outros. E como é difícil construir um trabalho sério, digno e honesto. Você tem muito apoio para falar mal de alguém e até mesmo destruir alguém, mas quase nada de apoio para falar bem e valorizar uma cultura. Não consigo entender este paradoxo. Mas um dia quem sabe, talvez quando o planeta estiver tão quente que comece a queimar os neurônios, as pessoas possam refletir sobre esse assunto.
Não somente nos séculos passados, como ainda hoje em pleno século 21, ainda há pessoas sendo difamadas por meios inescrupulosos como o fez Coulomb, falsificando cartas, para que pensassem ter as mesmas sido escritas por Helena Petrovna Blavtaksy. Hoje,algumas pessoas usam recursos como apenas falsificar a assinatura e enviar correspondências por fax…
Bjs
Rê
muito boa a frase inicial (de queimar as pessoas com jornais).
beijos!
a.
Já que você pediu sugestões,
Acho que o caso mais notório é o de Cristóvão Colombo, que descobriu a América, mas o nome do novo continente homenageou Américo Vespucio por razões políticas. Durante a sua vida ele não foi reconhecido como o descobridor e morreu no ostracismo.
Há também o caso de um dos maiores gênios científicos da humanidade. o croata Nikola Tesla que embora tenha tido o seu trabalho reconhecido, foi relegado ao ostracismo por acreditarem que ele fazia pesquisa para os nazistas.
Mozart também poderia ser incluído.
Outro que teria bastante a ver com essa série dos luminares seria o filósofo Socrates, condenado a morte por corromper a juventude.
[img]C:\Users\Toshiba\Desktop\BackUp PenDrive\a morte de sócrates.jpg[/img]
Link para o quadro que retrata a morte de Socrates:
http://www.pitturare.com/pic.php?id=2343
É com “triste felicidade” que vejo que estais em boa compania mestre (na reação acalorda).
Mas tenho certeza que o próximos 70 anos serão cada vez melhores!
É Mestre, não é de se admirar que essas pessoas que foram perseguidas são tão importantes em algum aspecto, deixando suas marcas, através de poesias, invenções, idéias, arte, para todos e mostrando sua importância para sempre na história. bjs Pê
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El brillo de los que vuelan
Cuenta la leyenda, que una vez, una serpiente empezó a perseguir a una Luciérnaga.
Esta huía rápido, con mucho miedo de la feroz depredadora. Pero la serpiente no pensaba desistir.
Huyó un día, y ella no desistía, dos días y la persecución seguía… En el tercer día ya sin fuerzas, la luciérnaga paró y le dijo a la serpiente:
– Puedo hacerte tres preguntas?
– No acostumbro dar éste privilegio a nadie– contestó la sepiente — pero como te voy a devorar… puedes preguntar.
– ¿Pertenezco yo a tu cadena alimenticia?
– No… — dijo el ofidio con naturalidad.
–¿Te hice yo algún mal…? — pregunto de nuevo la Luciérnaga.
– No.
– Entonces… ¿Porque quieres acabar conmigo?
– ¡ Porque no soporto verte brillar… !
Me hizo recordar este documento que un dia guarde….
Creo que eso es lo que pasa con algunos seres no crecidos; por envidia, miedo, venganza etc. tratan de opacar a los seres luminosos…sigue brillando por muchísimos años Maestro querido!!!!
Querido Dê.
Además de admirar tu sabiduría y amor infinitos, creo que lo que más me conmueve y enseña de tu conducta es la inmensa capacidad de resistir los ataques y difamaciones. Si hay un ejemplo de como enfrentar y convertir eso en algo absolutamente positivo sos vos.
Aquí en Buenos Aires tenemos un himno popular que de alguna manera habla de esta clase de miseria humana que a toda costa deberíamos intentar superar de una vez, por el bien de todos. se trata del tango “Yira yira” de Enrique Santos Discépolo. Te dejo una versión de “Mono que Ladra” un cantor de tango que se disfraza de gorila porque está un poco cansado de la gente y prefiere identificarse con este noble animal.
Un abrazo anaranjado brillante como un escudo que te envuelve y proteje.
Oi Javier!
Bonitas suas palavras =)
Não consegui assistir o vídeo, pois o áudio do meu computador não está funcionando. Vou tentar outro dia!
um beijo,
Fernanda
Unidade Centro Cívico – Curitiba/PR
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Mestre do meu coração!
DeRose, este educador e transformador de pessoas para um mundo melhor; este, diferente de todos os outros, transformou seus “inimigos” em ferramentas de auto superação, não sucumbindo a eles.
Afinal, uma boa árvore frondosa, precisa de boas raízes, para manter-se viçosa.
Hoje, aqui e agora, em Nossa Cultura, estamos a viver a verdadeira Terra prometida. E defende-la-emos com todas as nossas forças, que se fundamentam na amizade verdadeira, na ética, na honestidade, na verdade, no serviço, na solidariedade, na fidalguia, no bom exemplo e com todo o nosso amor e gratidão por nos ensinar tudo aquilo que já estávamos prontos a receber, mas não sabíamos.
A História da Humanidade muda, a partir de agora, pois não cabe mais injustiça onde existirem Leões.
Quem sabe o calendário mude novamente, para o início de uma Nova Era.
Mestre, conte comigo, sempre. E com uma legião de amigos leais, que formam a Egrégora Uni-Yôga.
Abraço, alaranjado brilhante, com leõezinhos bem branquinhos, coração no coração.
Dorah Andrade
Unidade Anália Franco – São Paulo – Brasil
Obrigado, Dorah. Deletei trechos do seu comentário que estavam religiosos. Nós não podemos correr o risco de que confundam nosso trabalho com alguma espécie de religião ou seita. De resto, sou muito grato pelas suas palavras, desde que elas se convertam em ações efetivas. Caso contrário, serão como as preces de quem não age. Porque o outro que você havia citado no seu comentário, quando foi crucificado, seus apaixonados discípulos fizeram o quê para ajudá-lo? Nada! Louvaram, falaram, rezaram, escreveram. Mas deixaram-no padecer o suplício. Sugiro um exame de consciência para que você faça uma autoavaliação: quais foram as suas ações efetivas no sentido de concretização do lindo texto que você me enviou? Beijos alaranjados com ações efetivas brancas.
Mestre e Fée,
Urge que eu deixe uma sugestão:
O arquétipo do leão é tão forte e positivo na Nossa Cultura, que na minha opinião, o evento que leva o nome Matando um leão por dia, soa-me anti-ecológico e ingrato.
Que tal, Salvando um leão por dia?
Abraço SwáSthykamente leonino!
Dorah Andrade
Unidade Anália Franco – São Paulo – Brasil
Infelizmente a humanidade não está preparada para uma outra visão, mais larga, mais lúcida…..tudo o q sai do peímetro determinado como socialmente correcto, provoca medo naqueles que não conseguem ver ou mudar….
um beijinho doce e até já
Soninha
Querido Mestre e amigos,
Comento este post oferecendo a letra de uma música que compus. Acredito que sirva para lembrarmo-nos de que devemos ser como o rio, ultrapassando os obstáculos que tentam “represar” nossa realização. Não existe herói sem bandido. Também aproveito para lembrar a todos da prática constante de Swádhiaya, afinal, de contas, estamos constantemente transferindo nossos defeitos para os que nos cercam sem perceber as “traves” em nossos olhos.
Segue a letra:
Nada melhor que dar um tempo ao tempo
pois, no seu tempo, o tempo é reparado.
Se sentir num labirinto,
é não notar que o infinito
é a distância de um abraço.
Se perder é não se encontrar,
mas se encontrar não é querer ser encontrado.
A tristeza e a alegria,
o desespero e a euforia
andam, sempre, lado a lado.
Nós fomos sempre derrotados por nós mesmos.
Sucesso não se compra no supermercado.
O mundo, o pensamento tece, e
o que se pede em sua prece
sempre vem, se batalhado.
(refrão)Nosso erro foi achar que existe erro
ou que estamos separados.
E pensar que não há futuro pra nós,
mas não há presente sem passado.
Com pensamento vou bem longe,
vôo até o ponto onde ainda estamos enrolados.
Porque, no fundo da verdade quântica,
estamos, todos, lado a lado. (fim refrão)
O agressor e o agredido,
o traidor e o traído,
a polícia e o bandido,
o repressor e o reprimido.
São dois lados da mesma moeda
girando, sempre, lado a lado.
Em cima, em baixo, dentro e fora,
O futuro e o agora,
Filho, neto, esposa e sogra,
Bom e mau na mesma hora.
A mente e corpo, a mesma história.
Lado a lado.
(refrão) (fim)
Que bonito, Pedro! Obrigado.
Assim caminha a humanidade…
Mestre, Fée e Pedro Gabriel,
Linda música!
Cala fundo no coração…e faz refletir.
(…)
Nós fomos sempre derrotados por nós mesmos.
Sucesso não se compra no supermercado
(…)
Nosso erro foi achar que existe erro
ou que estamos separados.
E pensar que não há futuro pra nós,
mas não há presente sem passado.
(…)
Grata, Pedro!
Mestre,
Iniciei o sugerido exame de consciência, e até agora, apurei um percentual de apenas 75% de auto satisfação, quanto a minhas ações efetivas. Minha meta, é claro, de 100% de auto satisfação.
Já iniciei também, um roteiro, bem claro, dessas ações, que submeterei, ainda hoje, a apreciação do meu instrutor.
GRata, Mestre, mais uma vez .
Abraço alaranjado brilhante, repleto de branquissimas ações efetivas.
Dorah Andrade
Unidade Anália Franco – São Paulo – Brasil
Maestro, cómo estás?
Estaba leyendo un libro e Santiago Kovadloff que se llama Los apremios del día, que recopila diferentes artículos del autor para un diario argentino, y encontré este que me parece interesante en cuanto al trabajo de formación que hacemos en nuestras Escuelas.
http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=708041
Te copio aquí un fragmento:
De todas las facultades egresan año tras año profesores, licenciados y doctores. Pero de ellas no egresan, en sentido estricto, universitarios. La palabra universitario, en su acepción eminente, connota, como se sabe, la idea de universalidad, de una comunidad de valores vivos y discernibles en cada expresión singular del conocimiento y del quehacer cotidiano del cuerpo social.
Interesante no?
Abrazo inmenso desde Buenos Aires.
Martín
Sede Palermo
Perfecto!
Querido Grande Mestre,
É bom ter inimigos que nos estimulam a fazer mais e melhor. Que nos estimulem a trabalhar mais e com nível de excelência, com qualidade ímpar. Com Blavatski talvez lhe tenha faltado o afecto, a dedicação e a entrega de um conjunto de discípulos que a defendessem e pudessem equilibrar os ataques dos inimigos.
Por isso se isolou, se escondeu.
Um grande abraço
João Camacho
Ao difamar grandes personalidades, os difamadores correm-se a si mesmos. O que dizer entao do pensamento livre de Ouspensky, Gurdjieff, Alice Bailey e tantos outros. Claro que naquela época certas ideias eram hereges para o momento. Hoje alguem dirá: Esse ai é um louco.
Como gosto de ser esse louco…
“Why be normal?” foi a frase que encontrei no adesivo de um automóvel.
Embora um tanto espiritualísta, considero a seguinte estória bastante esclarecedora, sobre a falta de conhecimento daqueles que perseguem:
“Certo dia, um senhor com muito conhecimento de Yôga viu um menino, com também muito conhecimento de Yôga dando aulas. Sem entender que só Deus enriquece(provavelmente esqueceu de ler o capítulo bíblico sobre Jó) tentou sabotar o menino de todas as formas legais que podia, e até pensou nas ilegais, mas não foi tolo a esse ponto. Então o já idoso senhor aprendeu que na economia, ao contrário da guerra, o ganho de um não é a perda de outro. Passou a se focar no próprio trabalho, esqueceu o concorrente(exceto pra analisar e se aprimorar) e prosperou.”
Eu conheço uma história muito semelhante, só que o senhor não tinha tanto conhecimento de Yôga e sabotou o menino de todas formas, inclusive as ilegais e as imorais. O final da história também é diferente, porque o anoso senhor não se focou no seu próprio trabalho e não prosperou.
e a história do menino apenas começou…
Tem também esse texto que bem que podia ter saído dos Puranas. Já que não estão lá, eu posto aqui.
Um dia um guerreiro tomou Conhecimento de Brahma. Não quiz que ninguem mais o conhecesse. Mas haviam outros que conheciam Brahma. Com inveja, passou a persegui-los. E se deu mal. Pois Brahma se revela a todos que queiram e mereçam Conhece-lo. E os protege de qualquer ataque.
Abraços Mestre!
Oi Mestre
Já que numa das últimas aulas você falou sobre o assunto civilizações perdidas, resolvi, para aliviar a curiosidade, pesquisar sobre isso no texto mais consagrado dessa área. O primeiro a tratar do assunto pelo que me consta foi Platão em seu livro Diálogos (Timeu e Crítias).
Não sei se vale a pena ficar pesquisando a respeito desse assunto, mas já que você menciona esse tema de vez em quando, não custa consultar esse livro que é a fonte original.
Seria incrível poder investigar esses assuntos, mas no final das contas nosso lado cético e pragmático vai nos levar a descobrir que quase tudo o que já foi escrito é resultado de muita especulação e de excesso de imaginação.
Não sei se interessa divulgar, mas em todo o caso escaneei as páginas que tratam desse assunto no mencionado livro e coloquei nesse link do Picasa logo abaixo. Acho que a leitura fica mais fácil se as imagens forem baixadas para o computador. O livro consiste na reprodução de diálogos/debates/palestras de filósofos coordenados por Sócrates. Não se sabe até que ponto Platão inventou esses diálogos.
http://picasaweb.google.com.br/cesar.campello/AtlantidaSegundoOsDialogosDePlataoTimeuECritias#
Um abraço
César – Unidade Saquarema – RJ
P.S.: Não pesquisei outros livros.
Oi, Mestre!!!!
Já estava com saudade de compartilhar meus pensamentos com você e com a egrégora toda!
Lendo o post de hoje, comecei a pensar em como as pessoas gostam de criar obsessões. Seja por objetos, por sentimentos, por pessoas, contra pessoas… E praticar o desapego das obsessões se torna impossível quando não há auto-conhecimento, crescimento individual, boas maneiras, vontade mesmo.
E penso: quantas vezes já agi assim? Quantas vezes expus desajustadamente meus incontroláveis desejos de posse com relação a uma ideia, pessoa, coisa? Como pude agir assim?
Observando a quinta norma ética do Yôga, aparigraha, entendo hoje que os que desenvolvem obsessões estão à mercê do desconhecimento sobre si mesmo, na necessidade excessiva de importunar a si e ao outro (se tornam chatooossss), na preocupação fixa e contínua por fatos e atos muitas vezes impensados e inverdadeiros. Em geral, acabam sendo pessoas sem limites, sem amigos, sem bons pensamentos, sem educação, sem futuro promissor…
A minha alegria é ter conhecido o nosso Método, ter um orientador tão especial (Ric Poli), estar inserida numa equipe tão querida (Unidade Centro Cívico) e numa egrégora tão forte e ter um Mestre De que me auxilia a nortear os passos, com seus ensinamentos, em busca de ser um “grande” tanto melhor do que eu era.
Para figurar, com risos, a obsessão, trago um vídeo de animação:
Beijocas de bom final de semana!
Cris de Lara
Unidade Centro Cívico – Curitiba/PR
http://www.DeRoseCentroCivico.org/blog
Oi Mestrão.
Veja que interessante essa matéria que saiu no UOL Ciência: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/afp/2010/11/05/cientistas-alemaes-acreditam-ter-descoberto-gene-da-generosidade.jhtm
É uma satisfação saber que o Mestre está sempre à frente (no caso, com a Fábula sobre a Sindrome de Abel e Caim).
Beijos do
Rapha Cagnotto
Curitiba – PR
Mestrão.
Um ano se passou… amanhã festejaremos com uma “Clean Party” nosso 1º aninho da Unidade aberta e de sucesso total. Contamos com a presença da nossa Egrégora para comemorar conosco.
Lembramos que 10% do valor do ingresso será revertido para o FDI. Achamos assim, uma forma de contribuir.
Já agradecemos a divulgação.
Abraço no coração e nos vemos na “balada”,
Marcus Amorim
Diretor Unidade Granja Viana
Vou estar lá. Vamos todos.
Não consegui te encontrar no meio de milhares de mensagens no Facebook. Que tal colocar o seu número aqui no blog com o alerta para não publicar?
Não somente com jornais, como também com o uso da internet, onde vários sites escritos por fanáticos ignorantes ainda hoje continuam difamando tantas pessoas.
As vezes tenho a impressão que para essas pessoas, aquelas que enxergam além do normal, além da linha do infinito, serão sempre caluniadas e julgadas como bruxas, aproveitadoras, enganadores dos fracos e oprimidos. Como se a humanidade existisse apenas para baixar a cabeça e dizer amém para tudo, sem direito a pensar e ter sua própria opinião.
Bjs
Regina