terça-feira, 31 de maio de 2016 | Autor:

A nossa alimentação no Método DeRose explora toda uma constalação de especiarias. Comida temperada não quer dizer comida picante, nem cheia de pimenta. Há muitas especiarias diferentes e você deve trabalhar com elas. Não precisa sair com a boca pegando fogo, mas tem que ter sabor!

Assista ao vídeo ou acompanhe em nosso podcast.

domingo, 15 de maio de 2016 | Autor:

Escolhi para você, dentre as mais de mil páginas dessa Obra colossal, cem páginas free, vários capítulos inteiros e alguns capítulos parcialmente, que você pode acessar sem custo algum, pelo link abaixo:

derose.co/pequenoextrato-tratado

O Tratado de Yôga é o único no mundo que contém mais de 2000 fotos de ásanas (técnicas corporais), fotos de 108 mudrás do hinduísmo, 58 exercícios respiratórios, 27 kriyás clássicos, 54 recursos de concentração e meditação, áudios de mantras e uma gravação com a pronúncia de todos os termos sânscritos do glossário (gravado na Índia), capítulos sobre chakras, kundaliní, karma, dharma, mantra, alimentação e links para muitas aulas gravadas em vídeo. No apêndice, inserimos o texto integral do Yôga Sútra, de Pátañjali, com sua escrita original de sânscrito em alfabeto dêvanágarí, a transliteração e a tradução.

O Tratado de Yôga, 46a. edição, deve ser lançado em torno do dia 10 de junho, se não ocorrer atraso. Seu valor será de R$ 475.

Haverá cerca de 20 noites de autógrafos em junho e julho, em todas as nossas escolas de São Paulo, São Bernardo e Santo André.

A partir de então, você poderá encontrar o Tratado de Yôga nas escolas do DeRose Method no Brasil, Argentina, Chile, Portugal, Espanha, Itália, França, Inglaterra, Escócia e Estados Unidos. Os endereços, e-mails e telefones estão nos sites das escolas.

Você também pode adquiri-lo, a partir de junho, diretamente da editora pelos telefones (11) 3081-9821 e 999 760 516. Pessoalmente, na Alameda Jaú, 2000 – São Paulo. Ou pela egregorabooks.com.

LANÇAMENTOS EM SÃO PAULO:

Alameda Jaú, 2000 – tel.: 3081-9821
Alphaville – Calçada das Hortências, 128 – tel.: 4191-3039
Alto da Mooca – Praça Visc. de Souza Fontes, 125 – tel.: 2769-0500
Anália Franco – R. Demétrio Ribeiro, 824 – tel.: 2675-0878
Berrini – Rua Pensilvania, 1383 – tel.: 5506-8335
Borba Gato – Av. João Carlos da S. Borges, 895 – tel.: 5641-0365
Brooklin – Av. Portugal, 1062 – tel.: 5041-1049
Campo Belo – Rua Zacarias de Gois, 1054 – Tel. : 2615-1054.
Casa Paulista – Rua Batataes, 288 – tel.: 3057-2878
Higienópolis – Rua Goiás, 113 – tel.: 3825-1422
Itaim Rua Jesuíno Arruda, 459 – tel.: 3079-1439
Ibirapuera – Rua Indianópolis, 724 – tel.: 5055-0405
Moema – Al. Jauaperi, 1245 – tel.: 5092-2484
Morumbi – Rua Ivorá, 23 – tel.: 3776-7092
Perdizes – Rua Cayowaá, 452 – tel.: 3868-3428
Plaza Sul – Rua Ribeiro Lacerda, 412 – tel.: 5058-6433
Oscar Freire – R. Oscar Freire, 2283 – tel.: 3062-3846
Santana – Av. Água Fria, 98 – tel.: 2950-4307
Villa-Lobos – Rua Carlos Weber, 300 – Vila Leopldina – tel.: (11) 3853-6951
Vila Madalena – Rua Wisard, 411 – tel.: 3034 2866
Vila Mariana – Rua Estado de Israel, 527 – tel.: 3589-7227
São Bernardo – Avenida Wallace Simonsen, 311 – tel.: 4125-6658
Santo André – Alameda Francisco Alves, 37 – Tel.: 4436-7254

terça-feira, 13 de agosto de 2013 | Autor:

 

 

 

Casamento deveria ser um dueto, não um duelo.

DeRose

Quase todo o mundo adquire, já na infância, uma fixação cultural pela instituição do casamento. Assim, mais cedo ou mais tarde, a maior parte das pessoas acaba se casando, seja formal ou informalmente.

Ainda quando um não quer, o outro acaba conseguindo. Há um pensamento que diz que “quando um não quer, dois não brigam”. Contudo, há um outro que sentencia: “mas quando um quer…”

O mesmo aplica-se ao casamento. Quase sempre é o homem que não quer maiores compromissos, porém, as mulheres movem montanhas para conseguir o que desejam. Claro que há exceções dos dois lados, no entanto, você não vê homens declarando publicamente “Ah! O meu ideal de vida é casar e ter filhos”. Será que isso se deve a causas culturais? Será biológico? Não importa. O fato é que esse comportamento é observado.

A desculpa de que elas fazem-no para não ficar sozinhas não convence ninguém, já que a solidão a dois é a pior. No filme Um caminho para dois (Two for the road), o jovem Albert Finney pergunta à adolescente Audrey Hepburn: “Por que pessoas casadas não conversam uma com a outra?”. Trata-se de uma comédia romântica muito bem feita, que documenta três fases na vida de um casal. A primeira, quando ainda jovens, namorando. A segunda, quando casados há pouco tempo. A terceira, quando já o casamento tinha uns bons anos. Pareciam três histórias distintas, protagonizadas por três casais diferentes. Depois, o diretor do filme embaralhou as cenas e editou tudo alternadamente. O resultado foi um portento da filmografia e da psicologia do matrimônio. Todo o mundo deveria assistir a esse documento antes (ou mesmo depois) de fazer besteira.

Então, por que as pessoas se casam? Por lavagem cerebral[1]. Afinal, nem cogitam se há outra opção de relacionamento fora daquele modelo único que a sociedade vigente nos impõe.

Não deveríamos casar-nos? Como seria o mundo, a sociedade, a família? Um caos! Há quem opine que o melhor é não casar, mas não conseguimos escapar dessa maravilhosa e, ao mesmo tempo, aterradora experiência. Por isso, os anglo-saxões, que sabidamente têm o estômago fraco, muitas vezes, “passam mal” nas cenas dos filmes quando está chegando a hora do enlace.

Você já notou que quando está acasalado (de acasalar = formar casal), mesmo num simples namoro, os amigos não o convidam tanto para sair? É como se afastassem-se polidamente para “não atrapalhar”. Fora isso, ainda há um bom número de casais que se fecham em copas e passam a declinar os convites dos amigos – convites esses que já não são tantos. O resultado disso é que o casal vai-se isolando por vontade própria e/ou vai sendo isolado por discrição dos demais.

No entanto, quando você se descasa ou fica sem parceiro(a) os amigos, muitas vezes, retornam e começam a convidá-lo outra vez. Parece, portanto, que há uma conspiração para que os casais fiquem sós, a saturar-se um ao outro com um excesso de invasão do espaço vital[2]. Isso acaba resultando mal.

O que fazer? Descasar-se? Jamais, se for possível evitar! O desgaste de um final de relacionamento, mais ainda de um casamento, compensa qualquer esforço para evitar o rompimento. Então, o quê? Bem, podemos repensar o modelo de relacionamento.

Por outro lado, se for mesmo necessário descasar-se, que isso seja feito na hora certa e da maneira certa.



[1]  “Hey! Teacher! Leave them kids alone!”

[2] Leia o capítulo A teoria do espaço vital, no livro Método de Boas Maneiras, deste autor.

sexta-feira, 5 de abril de 2013 | Autor:

Enviado por Lucía Lopez:

Hola DeRose! :)
Acá va un texto del libro que te mencioné el otro día, sobre el origen de algunas palabras.
Miles de besos!

El sueldo del soldado
Capítulo del libro “Historia de las palabras”, de Daniel Balmaceda.

Como siempre ocurre en nuestro extenso planeta, los vecinos se pelean (tomándose de los pelos o de otras mil maneras). Las fronteras siempre fueron puntos de conflicto. Ni qué decir si el límite natural es un río, ya que la disputa por ese bien preciado podía generar enfrentamientos. Rivus es el término latino que define río. Rivalis eran los ribereños. En nuestro tiempo, cuando se habla de rivales, no es necesario que haya un río en medio de los contendientes.
Se llamó soldado a aquel que recibía un sueldo por pelear. Esto significa que antes de que existieran los soldados ya había sueldos. La palabra proviene de solidus nummus (moneda sólida) con la que se pagaban los servicios. Por lo tanto, la moneda sólida dio lugar al sueldo y el sueldo a los soldados. Pero mucho antes de que la paga al guerrero se hiciera con monedas, se empleaban otros valores, como las especias y la sal, que originó el salario.
Teniente es la forma abreviada de lugarteniente, que provino de la unión de lugar más teniente, y significaba “el que tiene lugar”, en el sentido de poder y autoridad. Coronel se le decía al colonello. Esta palabra italiana designaba a quien comandaba una colonna o columna. Tanto cabo como capitán hacen referancia a caput, cabeza, por ser quienes se hallan a la cabeza de una formación. Decimos caput en latín, kopf en alemán y chef en francés, de donde deriva la palabra “jefe”. Ahora bien, el jefe general era el jefe común a todos, al cual denominamos “general” en forma simplificada. En cuanto al alférez, viene de al-faris, la voz árabe para señalar al caballero. Sobre el caballero debemos decir que era el hombre que tenía el privilegio de combatir montado a caballo.
El centinela (proveniente del italiano sentinella) se encargaba de sentire (oír). Mientras que, en Francia, al ayudante de campo se lo llamaba aide de camp. Quiere decir exactamente lo mismo y es la voz que originó la palabra edecán.

quinta-feira, 28 de março de 2013 | Autor:

Querido Maestro,
Quiero compartirte estas elocuentes y poderosas imágenes. Ver la dureza de la realidad siempre me hace sentir una enorme responsabilidad. Esa es una de las razones por las cuales decidí entregarme a la práctica del Método DeRose.

http://www.elespectador.com/noticias/actualidad/galeria-411987-actuar-el-planeta#ad-image-6

¡Gracias por darnos tantos motivos para aprender todos los días!
“Um abrazote”

Matías
Alumno Sede Martínez

quarta-feira, 20 de março de 2013 | Autor:

Oi Mestre :)

Vim compartilhar esse vídeo com você e com os leitores do blog. Não sei se já viram, mas sempre vale rever! Me lembra como é importante ensinar pelo exemplo ao invés de dar sermão. Vamos inspirar pessoas para o bem!

Muitos beijos,
Camila Grinsztejn
Unidade Copacabana – Rio

segunda-feira, 18 de março de 2013 | Autor:

Maestro,

Una campaña que vale la pena divulgar. Te comparto este video con un dolorcito profundo en el corazón.

“Somos su peor amenaza y su única esperanza”

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Un abrazo grande,

Matías
Alumno Sede Martínez

domingo, 17 de março de 2013 | Autor:

Oi Mestre.
Adorei passar o fim de semana com vocês. O evento foi incrível e estão todos de parabéns!
Recebi este link de um aluno. Um golfinho que pede ajuda aos mergulhadores para tirar um pedaço de rede que fica preso na barbatana dele.
Muito legal!
Beijos e até o Pró-Tático.
Juli.

Unidade Downtown – Rio.

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