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terça-feira, 31 de maio de 2011 | Autor:

Mestre, foi muito bom estar com você o final de semana inteiro!
Não vejo a hora que chegue o DeRose Festival de São Paulo.

Segue link da matéria que falamos sobre esmaltes:

 http://chic.ig.com.br/beleza/noticia/chanel-da-um-susto-nas-esmaltemaniacas-ao-mostrar-as-unhas-nuas-das-modelos-em-seu-desfile-de-resort-2012

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Pois é, Alê. Enfim, alguém de peso resolveu romper com o hábito de usar esmalte. Há décadas temos declarado que é mais elegante manter as unhas nuas. Basta comparar: as modelos da revista Playboy e outras masculinas costumam usar esmalte vermelho. Consequentemente, deduz-se que o oposto deve ser uma atitude elegante.

A recomendação veemente é (sempre foi) que as instrutoras do Método DeRose não usem esmalte ou se precisarem usar que seja incolor. No entanto, o preceito moderador nos diz que fica resguardado o respeito pela liberdade de cada uma.

terça-feira, 31 de maio de 2011 | Autor:


É uma amostra bem pequenininha do que esse mágico da música faz!!!!!

Espero que goste!!!

Crisitina Bagatta
bjsssssssssssss

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Observe como Yanni selecionou os seus músicos. Não bastou serem talentosos. Ele escolheu prioritariamente os que tinham um lay-out interessante. Note também as expressões e os sorrisos de satisfação ou de cumplicidade. Finalmente, registre que ele não quis brilhar sozinho. DeRose

domingo, 29 de maio de 2011 | Autor:

Olá Mestre

Gostei muito desse vídeo e acho que você também vai gostar:

Na Turquia, um gato realiza massagem cardíaca em outro gato.

O Veterinário disse que isso foi crucial para a sobrevivência do animal.
Beijo

Fábio Salatiel

sábado, 28 de maio de 2011 | Autor:

Fernanda Neis

Olha só a matéria que saiu citando nosso trabalho, na Time Out New York, uma das revistas mais badaladas do mundo.
O melhor de tudo, não citou a palavra Yôga uma única vez!
Parabéns ao Marcelo pela sua capacidade de realização!

link:  http://newyork.timeout.com/events/spas-sport/291261/derose-method-classes

Kleber Lopes

Tb fiquei mto orgulhoso e compartilhei a matéria com uma amiga de faculdade que mora em NY, que ficou entusiasmada e irá conhecer o Método DeROSE.

 

Boa, Kleber. Isso é que é ação efetiva! Valeu.

Vamos todos seguir o exemplo do Kleber. Quem tiver algum conhecido em New York, compartilhe com ele a notícia.

 

Marcelo Tessari
marcelo.tessari@uni-yoga.org

Oi Mestrão, olá amigos,
Estamos avançando a passos firmes em NY.
A Unidade SoHo está de portas abertas aos amigos.
Beijos,
Marcelo Tessari, NY


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sexta-feira, 27 de maio de 2011 | Autor:
quinta-feira, 26 de maio de 2011 | Autor:

Em 1980 visitei uma entidade shakta em Bombaim (Mumbai) e tive a oportunidade de gravar uma versão matriarcal do Gayatri. Na época, publiquei um cassette de mantra com essa versão gravada na Índia. Depois, com o falecimento do sistema de cassettes, essa gravação ficou perdida por mais de dez anos. Agora, temos a satisfação de relançá-la em CD para proporcionar orientação e mesmo documentação aos que desejarem conhecer e vocalizar uma versão do Gayatri que tem a ver com a nossa linhagem.

É importante que todos os nossos instrutores e alunos possuam um exemplar e tenham-no sempre à mão, porque a sabichonice campeia no ambiente de filosofias orientais. Todo o mundo quer saber mais do que o outro e todos se arrogam o direito e a autoridade de corrigir você. Existem várias versões do Gayatri e são todas de linhas patriarcal, já que essa é a corrente moderna, vigente nos últimos séculos. Acontece que professamos uma estirpe mais antiga, pré-clássica, pré-vêdica, pré-ariana, proto-histórica. Naquele período, o Vale do Indo era habitado pela etnia dravídica, cuja civilização era de estrutura matriarcal, shakta. Por ignorância, alguns adeptos de modalidades modernas podem querer “corrigir” a nossa versão do Gayatri que, pela lógica, deve ser a mais autêntica por ser matriarcal. Nessa hora você precisa de documentação. Então, tenha no coldre um exemplar da nossa gravação feita na Índia.

Outra contribuição desse lançamento é a tradução do Gayatri de acordo com o Dakshinacharatántrika-Nirísharasámkhya, a linhagem mais antiga. Pela primeira vez levada a público, propõe uma interpretação não-religiosa da letra desse importante mantra.

O CD Gayatri Mantra deve fazer parte do kit de estudos e de documentação de todos os alunos e instrutores.

quarta-feira, 25 de maio de 2011 | Autor:

Oi Mestrão querido. Tudo bem?

A avô da Isabella, Alberto Goldman, está em ótima recuperação de uma cirurgia cardíaca realizada ontem. Ele é um homem forte, muito querido e que desempenha um papel importante em nosso política, além de ser o avôzinho de nossa querida amiga Isabella, praticante do Método DeRose na Sede Brooklin.

Se for oportuno, peço que publique um pedido de mentalização para contribuir com essa recuperação do Goldman, que já está indo bem. Este é o blog dele http://blogdogoldman.blogspot.com.

Beijão do Borges gaúcho.

quarta-feira, 25 de maio de 2011 | Autor:

A prática de os governos cobrarem impostos aos cidadãos é uma sequela dos hábitos feudais e outros anteriores, em que o soberano exigia tributos para construir os castelos e armar os exércitos a fim de, supostamente, proteger os camponeses contra as tribos, os clans ou as nações que pudessem eventualmente atacá-los.

Originalmente, havia um só imposto. Com o tempo, tornou-se uma ideia tão boa (para quem os cobrava) que os estados multiplicaram o número de tributos. No Brasil, por exemplo, pagamos tantos e tão variados impostos acumulativos que o cidadão comum nem mesmo sabe quantos impostos paga nem qual é o valor do somatório. Uma coisa é certa: é um dos países em que se pagam mais impostos no mundo. Sem eles, nossos bens de consumo seriam muito mais acessíveis, o poder de compra bem maior e os cidadãos teriam maior qualidade de vida.

Até regimes totalitários cobram menos impostos que o Brasil. Algumas vezes, só percebemos o quanto estamos sendo estropiados quando temos a possibilidade de viajar por outros países. Como costumo dar cursos na Europa e Estados Unidos, noto a disparidade absurda dos preços. Lá fora, por um produto similar (mas de muito melhor qualidade), pagamos um preço tão mais baixo que nunca mais fizemos no Brasil compras de roupas, objetos para a casa, livros, canetas, chocolates, presentes para os amigos, aparelhos eletrônicos e tantos outros bens de consumo. Fazemos a lista do que estamos precisando, esperamos alguns meses e compramos em Portugal, França, Inglaterra, Estados Unidos. O pai da Fernanda Neis precisava de uns óculos de grau, cujas lentes custavam mais de R$7000 aqui na terrinha. Viajou para a Alemanha, adquiriu os mesmos óculos por R$3000 e ainda ganhou de graça uma viagem à Europa com o que economizou. Fica aqui a sugestão aos meus amigos: viajem!

Nos países citados existem impostos, sim, mas eles não são extorsivos. Você já imaginou se não existissem? Um estado bem administrado terá condições de funcionar perfeitamente sem extorquir impostos aos seus cidadãos. Obviamente, hoje ainda não é possível aplicar esse conceito. Por isso, eu pago e recomendo que todos paguem. Contudo, nas sociedades do futuro não haverá impostos. Isso será considerado tão absurdo, obsoleto e imoral quanto a prática do escravagismo.

Quando a nossa entidade surgiu, em 1975, cobrávamos uma taxa de manutenção como qualquer associação. Alguns anos depois, elaboramos um projeto que permitia aos instrutores estar filiados e usufruir de todos os privilégios sem pagar nada. Aplicamo-lo experimentalmente no início da década de 1980. Funcionou muito bem. Desde então, estamos utilizando esse princípio para gerar recursos. Consiste em disponibilizar aos filiados uma certa quantidade de material didático e de divulgação para que eles adquiram com 50% de desconto sobre o preço final. Com isso, não apenas os instrutores filiados não precisam pagar royalties nem taxas de manutenção como ainda ganham 100% de lucro em cada operação, ao revender os suprimentos aos seus alunos.

Se pudemos criar esse círculo virtuoso em uma empresa, poderemos perfeitamente conceber algo similar para o estado. É uma questão de criatividade, vontade política, coragem e poder para propor e ser escutado.