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quinta-feira, 31 de março de 2011 | Autor:

O sucesso na profissão

Domingo, dia 10 de Abril vamos ter um curso na unidade Londres com o Comendador DeRose.

Me intriga que alguns instrutores continuem sem dar certo e a maioria dê muito certo. Neste dia de domingo vamos decorrer sobre algo que não e comumente visto na rede.
O que la sera falado, foi criado por DeRose e aprimorado pelo Conselho Administrativo e vale ouro.
Se quiser inscrever-se, por favor contacte a instrutora Sônia Ferreira no telefone: 00 (xx) 44 207 373 70 70.
Contamos com a presença de todos.

quinta-feira, 31 de março de 2011 | Autor:

Conseguimos um relevante upgrade ao passar o nosso Festival de Floripa para o Costão do Santinho. Vamos mostrar que estamos todos orgulhosos disso e vamos mostrar que merecemos o esforço do organizador. Nada de se hospedar em casa de amigos. Vamos todos ficar juntos. Vamos dar mais um passo na direção do conforto que merecemos. Vamos cultivar o refinamento a que me refiro nos meus cursos e no livro Método de Boas Maneiras. Vamos reforçar a quinta característica: fiquemos todos juntos no Costão!

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Pois é, Mestrão.

Há muito tempo você vem insistido para que o Festival de Floripa se realizasse ao Costão do Santinho. Um pouco por achar que o nosso pessoal não fosse aderir, outro tanto para não precisar mudar, protelamos por alguns anos a troca de hotel.

Você continuou instigando-nos e finalmente tomamos coragem para fazer o upgrade. E só quando fizemos uma visita técnica no ano passado é que identificamos a dimensão da mudança que estávamos perpetrando. Um câmbio de conforto, infraestrutura, lazer e público. É outra coisa! E só os que hospedarem-se no Costão poderão metabolizar esta mudança de paradigma.

Mais uma vez confirma-se o axioma número zero: o Mestre sempre tem razão.

Beijojó

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Mestre, foi uma excelente idéia a mudança do Festival para o Costão do Santinho Resort. Digna de nosso métier. Tanto que, mesmo aqui em Floripa os alunos estão optando por ficarem no hotel, devido ao baixo custo com excelente estrutura, qualidade e conforto oferecido pelo Costão.
Grande abraço Mestrão! Felipe L. Godinho

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Também amei a idéia do Costão do Santinho, o local é maravilhoso. Já tive a oportunidade de me hospedar lá quando morei em Floripa. Estava decidida que este ano não iria ao Festival de Floripa para guardar grana para um outro do qual ainda não tivesse participado. Mas quando vi a troca para o Costão, foi impossível resistir! E a minha reserva, e tudo mais já deixei paga quando estive este fim de semana em Curitiba. Agora é juntar euro para Portugal!
Bjs
Regina

quarta-feira, 30 de março de 2011 | Autor:

Que fantástico, obrigado por compartilhar.

Também gostaria de deixar um belíssimo vídeo demonstrando
o fenômeno da imobilidade tônica em tubarões.

Estes grandes predadores, temidos por todo o mundo, parecem simples marionetes nas mãos da treinadora, assemelhando-se a cães dóceis e amestrados.

Ainda em parte desconhecido pela ciência, esta característica esta presente em muitos animais.

Recomendo assistir em tela cheia.


Abraços

Rafael
Curitiba Pr

terça-feira, 29 de março de 2011 | Autor:

Mestre, como vai? Muito bom te reencontrar no fim de semana. Envio abaixo um texto bem interessante, do Hunter S. Thompson – um malucão que, como muitos dos malucões, tinha boas idéias. Me fez pensar, e me lembrei do relato do Prof. Gustavo Cardoso.
Beijos, e até o sádhana!

“Security … what does this word mean in relation to life as we know it today? For the most part, it means safety and freedom from worry. It is said to be the end that all men strive for; but is security a utopian goal or is it another word for rut?

Let us visualize the secure man; and by this term, I mean a man who has settled for financial and personal security for his goal in life. In general, he is a man who has pushed ambition and initiative aside and settled down, so to speak, in a boring, but safe and comfortable rut for the rest of his life. His future is but an extension of his present, and he accepts it as such with a complacent shrug of his shoulders. His ideas and ideals are those of society in general and he is accepted as a respectable, but average and prosaic man. But is he a man? has he any self-respect or pride in himself? How could he, when he has risked nothing and gained nothing? What does he think when he sees his youthful dreams of adventure, accomplishment, travel and romance buried under the cloak of conformity? How does he feel when he realizes that he has barely tasted the meal of life; when he sees the prison he has made for himself in pursuit of the almighty dollar? If he thinks this is all well and good, fine, but think of the tragedy of a man who has sacrificed his freedom on the altar of security, and wishes he could turn back the hands of time. A man is to be pitied who lacked the courage to accept the challenge of freedom and depart from the cushion of security and see life as it is instead of living it second-hand. Life has by-passed this man and he has watched from a secure place, afraid to seek anything better What has he done except to sit and wait for the tomorrow which never comes?

Turn back the pages of history and see the men who have shaped the destiny of the world. Security was never theirs, but they lived rather than existed. Where would the world be if all men had sought security and not taken risks or gambled with their lives on the chance that, if they won, life would be different and richer? It is from the bystanders (who are in the vast majority) that we receive the propaganda that life is not worth living, that life is drudgery, that the ambitions of youth must he laid aside for a life which is but a painful wait for death. These are the ones who squeeze what excitement they can from life out of the imaginations and experiences of others through books and movies. These are the insignificant and forgotten men who preach conformity because it is all they know. These are the men who dream at night of what could have been, but who wake at dawn to take their places at the now-familiar rut and to merely exist through another day. For them, the romance of life is long dead and they are forced to go through the years on a treadmill, cursing their existence, yet afraid to die because of the unknown which faces them after death. They lacked the only true courage: the kind which enables men to face the unknown regardless of the consequences.

As an afterthought, it seems hardly proper to write of life without once mentioning happiness; so we shall let the reader answer this question for himself: who is the happier man, he who has braved the storm of life and lived or he who has stayed securely on shore and merely existed?”

Hunter S. Thompson (1955)

terça-feira, 29 de março de 2011 | Autor:

Olá Mestre

Conforme prometi, posto aqui o link do Museu do Louvre, o qual possibilita a visualização das galerias de arte em 360º, através do plug-in QuickTime (é necessário estar atualizado para funcionar corretamente).

http://www.louvre.fr/llv/commun/home.jsp?bmLocale=en

Muito simples de navegar, basta clicar na aba superior Museum e em Virtual Tours.
As galerias estarão divididas por temas e você escolhe a direção do percurso, o qual também será indicado por uma planta de setorização, informando o piso em que se encontra no momento e as áreas mais próximas que poderá visitar. Esta planta permite conhecer as dimensões e circulações do espaço construído, além das inúmeras salas existentes em cada galeria.
Pode-se visualizar também: telas e demais pinturas do acervo, esculturas com a opção do zoom (quase todos os detalhes das peças são exibidos com esta ampliação disponível), parte externa do Museu, vídeos explicativos sobre as obras de arte e muitos outros itens interessantes.
Esta ferramenta é fantástica para quem já visitou o Louvre e também para quem pretende conhecê-lo um dia. Eu já passei horas navegando neste site e recomendo muito.

Beijos,
Talita Zrncevich.
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Unidade Centro Cívico
Curitiba – PR

segunda-feira, 28 de março de 2011 | Autor:

Dearest students,

We have a few invitations for you!

This Sunday, 3th April, we will have a special longer class (1 hour and half) at 12pm. It’s going to be a very cool open class, which means you can invite anyone you wish (free of charge!) Please send us an email in advanced though with your name and your guest/s so we can reserve your spot.

Second invitation: Professor DeRose is coming to London and will be giving various workshops. We wanted to invite all of our students to one in particular, to the “Chat with Professor DeRose”. This event will take place on the 8th of April at 7:00pm, and it will be a great opportunity for you to learn more about our method and about the man who codified this system.

Open Classes At Hyde Park!

And now, for something completely different. We wanted to share some great news with you. Will be hosting open classes at Hyde Park every Sunday at 12pm from the 17th of April until the end of summer. Everyone will be welcomed to join these classes, so invite your friends! We will email you with more information on the exact location closer to the date.

I look forward to seeing you participating in our activities.

All the best from all DeRose Method team,

D e R o s e M e t h o d L o n d o n

domingo, 27 de março de 2011 | Autor:

Bom dia, Mestre!
Incrível como podemos inverter o jogo e não apenas nos aproveitarmos dos animais. O cavalo mostrado neste vídeo nasceu sem parte de uma de suas pernas. Pensaram em sacrificá-lo por conta disto. Aconteceu que algumas pessoas se apegaram ao animalzinho e então tentaram lhe dar uma prótese, como é feito com os humanos. O resultado está no vídeo. Não consegui conter as lágrimas, é emocionante!

Um beijão do Claus!

sexta-feira, 25 de março de 2011 | Autor:

O Prof. Camacho nos enviou o seguinte texto:

Encyclopedie des Arts Martiaux de l’Extreme Orient, de Gabrielle e Roland Habersetzer, uma referência ao Tándava. Encontra-se na entrada Kalaripayat. Diz o autor que ‘de acordo com a lenda, este estilo de combate provirá do Samhara-Tándava, dança da dissolução cósmica do deus Shiva, na qual existem movimentos de ataque e de defesa com base no princípio da dualidade Homem-Mulher (Shiva-Shaktí).’ (p. 290, edição de Setembro de 2 000).”

É possível que o casal Habersetzer tenha chegado bem perto e desenterrado dados do Shiva Natarája nyása com outro nome, ou de outra fonte. Sabemos que, por ser muito antigas, as tradições hindus se nos apresentam sob mais de uma versão. As próprias técnicas do Yôga surgem-nos com diferentes nomes. E as histórias da mitologia hindu não raro possuem duas ou três versões diferentes. Por tudo isso, fiquei bem otimista em face ao texto acima. DeRose.

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Querido Grande Mestre

Deixo-lhe mais alguma documentação que confirma os ensinamentos da nossa escola no que respeita ao Shiva Natarája nyása. Desde logo, Kim Min-Ho, doutor em antropologia e membor do CNRS (Centre nationale de la recherche scientifique) em França, no livro L’origine et le développement des arts martiaux. Pour une anthropologie des techniques du corps, afirma que «na Índia, existem métodos de combate estruturados, baseados nas técnicas de Yôga» (p. 24, edição de 1 999, ed. L’Harmattan).
Por sua vez, Patrick Denaud, no livro Kalaripayat. L’origine des arts martiaux (edição de 1996, Editions Budostore), declara alguns aspectos bastante interessantes. Desde logo que nesta arte marcial indiana »as técnicas utilizadas são próximas das do Yôga.» (p. 12). Sobre as origens do Kalaripayat diz esta autor que «se confunde por vezes com as origens do Yôga» (p. 15). Denaud refere uma das origens miticas desta arte marcial:
Mas o mais interessante é chegar, neste livro à secção “Limpeza e purificação do corpo”. Isto quando o autor começa a descrever as técncias utilizadas, como os pontapés, os socos, o ticro com arco, etc… Mas na limpeza e purificação este autor compila as seguintes técnicas:
Dhauti: «Empregam-se quatro procedimentos para purificar o corpo: a lavagem estomacal (antardhauti), a limpeza da cavidade bocal (dantadhauti), a limpeza da peito (hrddhauti) e a purificação do reto (múláshôdhana).» (p. 121). E indica ainda outra técnicas contidas no shat karma, nomeadamente vasti (p. 125), nêti (p. 126), laulikí (p. 126), trátaka (p. 126), kapálabhati (p. 126).

Um grande abraço

João Camacho