Já estamos todos em Florianópolis prêts pour l´ouverture du Festival tomorrow. A lot of people proveniente de muchos países è arrivata também et está una grande fiesta. Espero que tutti permanezcan hasta un día depois do final do evento, para que possamos desfrutar molto da companhia e do convívio dos amici. Domani raconto plus. Mundus nostrum est.
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A conotação dos testes mensais para praticantes é a de não-obrigatoriedade. O aluno fará os testes se assim o desejar. Caso os faça e seja aprovado, passará para um grau mais elevado (de sádhaka para yôgin; de yôgin para chêla). Se optar por não fazer os testes mensais o praticante não passará de grau. Obviamente, para galgar os níveis de aluno (sádhaka, yôgin e chêla) não é necessário participar de curso específico para formação profissional. Portanto, procure ler, estudar e participar voluntariamente dos testes.
Para melhorar o seu nível, a primeira providência é participar do teste mensal com dez perguntas, baseadas nos livros Ser Forte, Tratado de Yôga, Yôga a sério e Programa do Curso Básico. São as perguntas do mês. O teste mensal é para conscientizá-lo de que existe um universo fascinante por conhecer sobre a Nossa Cultura. Este procedimento tem também a utilidade de proporcionar um feed-back ao instrutor e lhe fornecer meios para que faça algo em benefício do aluno.
Centenas de Mestres, professores, instrutores e alunos de quinze estados do Brasil e mais cinco países reunir-se-ão nesta sexta, sábado e domingo para aprender mais, aprofundar-se, praticar juntos e confraternizar-se no Fest-Yôga de Floripa. Já há muito tempo que não há mais vagas, portanto este post é apenas para compartilhar a notícia. Mas, na sequência, virá o Festival Internacional de Yôga de São Paulo, cujas inscrições estão abertas. Não vá perder essa chance!
A única forma de se increver é através do Diretor da sua unidade credenciada. Inscrições diretamente do interessado não são aceitas. É preciso que o seu Diretor autorize a sua participação, uma vez que os participantes não podem ser pessoas que fumem, tomem álcool, comam carnes ou usem drogas. O evento não permite a participação de alunos de unidades não credenciadas, nem os de academias, clubes, condomínios ou empresas, porque esses não passaram por processo seletivo, nem se submeteram ao exame de admissão, nem aos testes mensais que são veementemente recomendados pela Uni-Yôga. Mesmo os alunos de unidades credenciadas que ainda estejam no pré-Yôga terão que esperar o recebimento da sua insígnia de praticante de Yôga. Também não é permitida a inscrição de menores de 18 anos. Com toda essa seletividade, ainda assim as inscrições esgotam-se com meses de antecedência e sem praticamente divulgação alguma. Os organizadores só imprimem um folder com a programação e normas. Você viu isso aqui no blog que é um veículo poderosíssimo de divulgação, que atinge dois milhões de pessoas e nem uma linha foi usada para divulgar o evento. Mesmo assim ele teve tanta gente inscrita que precisou utilizar outros hoteis da região. Parabéns ao dono do evento, Prof. Joris Marengo, Presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina. E parabéns a todos o que não perderam a oportunidade de participar.
Você sabia?
A maior parte dos alunos que decidiram tornar-se instrutores tomou essa decisão após participar de um Fest-Yôga.
Ela relatou que o Marcelo Tessari está fazendo um trabalho incrível em Manhattan. Disse que ele postou um comentário com vídeo, mas esse, por qualquer razão, não entrou.
Marcelo também se dispõe a receber em casa interessados em hospedar-se, a um custo irrisório, considerando-se os altos preços dos hotéis na Big Apple. Isso é interessante para os nossos instrutores e alunos que estejam interessados em passar alguns dias por lá.
Marcelo, insista com o vídeo, pois estamos curiosos!
Que este ano de sua vida que começa seja realmente muito especial.
Ah… e lembrando que hoje é aniversário do Dani Cambria, pessoal! Parabéns para ele ![]()
Beijos e abraços do Caio
Abraços do Alessandro!
Bem curto e muito didático.
Abraços e muito obrigado pelo destaque. Nem sei o que dizer.
Assista a este vídeo:
SwáSthya, DeRose,
creio que vai gostar deste vídeo:
http://www.yourdailymedia.com/media/1202901162/No_Flyscreen
O dono do cão mostra que ele pode passar pela porta, pois retirou a tela contra mosquitos. Ele pode sair quando quiser e mesmo assim, mesmo com o dono apontando a saída, ele não vai.
Sei lá. Acho que isso diz muita coisa.
Abraços fortes do Alessandro.
Pois é, Alessandro. Quanta gente que eu conheço é assim! Até mesmo instrutores de Yôga. Eu mostro que é possível romper um paradigma e eles não conseguem sair. Isto está acontecendo agora mesmo, quando a nova guinada foi sugerida, a de evitar o rótulo Yôga para comunicação com o público externo. Quem adotou, gostou.
Foi como o dono do cão que passou pela porta, mostrando que era possível passar, mas o cachorro não passava. Estava condicionado que era impossível passar com a porta fechada, ainda que não houvesse a tela contra mosquitos e nada o impedisse de passar.
O mesmo ocorre quando procuro fazer os instrutores ascender socialmente, melhorar seu próprio nível, mas alguns opõem resistência inconsciente. Acham que estão acatando tudo o que é recomendado por nós, mas não conseguem dar um passo efetivo à frente.
Por vezes, isso ocorre com relação à linguagem. Recusam-se a corrigir ou melhorar o vocabulário, a gramática, a pronúncia. Sentem a necessidade de identificação pela linguagem com o grupo cultural do qual não conseguem se libertar.
Outras vezes, é com relação à maneira de vestir-se, calçar-se, cuidar dos pés e dos cabelos. Chegamos a ser bem diretos, mas há uma barreira de inércia cultural que os impede de mudar e progredir.
Compreendo a dificuldade. Não compreendo que não queiram superá-la.


