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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009 | Autor:

O Método DeRose não é SwáSthya Yôga com outro nome. O Método possui outro acervo e outra proposta. Leia o pocket book O que é o Método DeRose e compreenda porquê.


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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009 | Autor:

Eu gostaria de ler todas as mensagens, mas, por uma questão de espaço, de tempo e também de consideração aos que visitam nosso blog, eu só tenho acesso aos textos que o moderador aceitou.

Gosto muito de críticas, pois foram elas que me permitiram chegar até aqui. No entanto, quem tiver alguma colocação mais cáustica deverá utilizar outro recurso para que suas opiniões cheguem a mim, pois no blog não chegarão, graças à competente filtragem do moderador. Por outro lado, eu preciso dessas opiniões, portanto, não deixe de enviá-las.

Escrevi, certa vez: “Amigo e inimigo são como o yin e o yang. Precisamos dos dois. Uma árvore cresce para baixo e para cima. Para baixo, cria raízes que se desenvolvem nas trevas, mas sem as quais a árvore não teria força nem estrutura para manter-se em pé. Os inimigos são as raízes; e o amigos, os ramos que a fazem florescer.”

Dessa forma, os amigos nos proporcionam a auto-estima tão importante para qualquer ser humano, mas são os opositores que nos cutucam e empurram para a frente. O agressor sente uma satisfação malévola ao alfinetar, porém o que ele não percebe é que a Natureza lhe projetou esse dispositivo para obrigá-lo a ajudar aqueles que ele odeia. Pergunte a um amigo se sua roupa está boa e o amigo dirá que sim. Mas o antagonista, mesmo não sendo consultado, proporcionará uma visão crítica que o amigo deixaria passar. Com isso, o adversário estará auxiliando muito mais o progresso daquele a quem ele preferia prejudicar.

Complementando o post acima, eu gostaria de poder sugerir um meio seguro para que as suas valiosas críticas me chegassem ao conhecimento, a fim de que eu pudesse me aprimorar mais. Infelizmente (ou felizmente, dependendo do ponto de vista), meus colaboradores montaram em torno de mim uma rede de proteção: todas as cartas, e-mails e telefonemas passam antes por outras pessoas. A necessidade disso, realmente, foi o fato de eu estar o tempo todo viajando, dando cursos, escrevendo livros etc. Portanto, em sã consciência, não há tempo hábil para ler todas as cartas e e-mails nem para atender todas as ligações telefônicas que me chegam o dia inteiro de todas as partes do mundo. A partir de um determinado momento, foi mesmo necessário delegar essas funções. Por outro lado, meus colaboradores, por iniciativa própria, passaram a me preservar, filtrando as comunicações de gente desequilibrada ou mal-educada para poupar-me de desgastes desnecessários e para restar mais tempo a fim de atender os que estão identificados com a nossa proposta. A todos, a uns e a outros, meu sincero agradecimento.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009 | Autor:

Oi De Rose querido!

Envio o pequeno vídeo feito na homenagem que vc recebeu da Ordem dos Advogados do Brasil, na Casa da fazenda.

Fiquei muito orgulhosa e feliz em ter priorizado acompanha-lo neste momento tão especial!

Bjkas! : )

[ Reply ]

Renata Andrade

Enviado em 23/12/2009 às 18:55
Que bacana Mestre. É um privilégio e uma honra vê-lo ser tão reconhecido por entidades tão importantes. Parabéns. Espero na próxima vez poder acompanhá-lo.

Federico Giordano

Enviado em 23/12/2009 às 16:04
Mestrão!

Adorei poder te acompanhar ontem nessa importante solenidade. Foi muito importante poder testemunhar o respeito e o reconhecimento que a sociedade tem pelo nosso trabalho. Uma coisa é você ouvir de alguém, ou ver fotos e vídeos, mas estar presente é bem mais marcante.

É para mim, um privilegio enorme poder compartilhar meu tempo contigo, ao final esse é, talvez, o nosso maior ativo. Espero poder comparecer sempre nesses momentos mais solenes e também nos mais descontraídos; pois o importante é estarmos juntos.

Carinhos do

Fêde


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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009 | Autor:

Agradeço a presença do meus colegas Diretores de Unidades Credenciadas, que compareceram todos e não faltou nenhum, para assistir a uma solenidade oficial na cidade de São Paulo em que recebi em nome dos instrutores e alunos do Método DeRose a outorga do Grão-Colar oferecido por uma importante entidade filosófica e humanitária em comemoração aos meus 50 anos de ensino. Veja as fotos, assista ao vídeo e leia os comentários de quem esteve lá.

Vídeo:

Vivi

Oi Dezinho. Segue o link do youtube para que todos possam ver um pedacinho da homenagem que você recebeu ontem.

Beijos!

Vivi

(Para assistir em tamanho maior, clique no logo YouTube.)

Fotos:

Priscila Ramos Alphaville, SP

Algumas fotos!
O resto estará no endereço
http://picasaweb.google.com/unidade.alphaville/GraoColarDaSociedadeBrasileiraDeHeraldica?feat=directlink

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Na foto acima, DeRose com o Senador Romeu Tuma e com o ilustre amigo Dom Galdino. 

 

Comentários:

Marcelo
Tessari

Mestrão,
Assisti ao video e fiquei cheio de orgulho saudável de vê-lo recebendo um reconhecimento público de um trabalho tão sério e importante para a sociedade.
Isto dá mais energia para seguir trabalhando.
Um forte abraço de New York!
Marcelo Tessar

Ale Filippini
Enviado em 14/12/2009 às 10:47

Parabéns, Mestre, por mais essas condecorações.
Você merece!
Adorei ter participado de uma dessas ocasiões. Que honra!
Daqui a pouco o “livro” com sua trajetória, condecorações e afins estará maior que o Tratado :)

Alê – Unidade Alphaville / SP

Maestro Edgardo Caramella
Enviado em 14/12/2009 às 11:15

Estaré presente, con orgullo de discípulo!!!
Abrazos

Kleber Lopes – Unid Jardins/SP
Enviado em 14/12/2009 às 23:45

Eu gostei muito de participar da solenidade, foi muito linda.
Como foi dito lá, eles escolhem e reconhecem os “melhores” e foi muito gostoso te ver homenageado e ouvir todas aquelas palavras bonitas que eles falam de VOCÊ. Já vi várias fotos das outorgas que vc recebeu, mas pessoalmente é muuuuuuuuuuito mais legal.
Parabéééns!
Beijão,
Kleber

Obrigado pelo convite.

Maestro Edgardo Caramella
Enviado em 15/12/2009 às 1:27

Querido Mestre, fue muy lindo poder estar presente en un acto tan importante.
Una condecoración más que refleja como cada día la sociedad y las Instituciones reconocen la importancia de tus años de docencia y la obra realizada.
Invito a todos los colegas que se sumen a estos eventos, porque son reconocimientos a DeRose y a la Cultura de la cual todos somos parte.
Abrazos con emoción.

Chandra DeRose
Enviado em 15/12/2009 às 12:53

Foi perfeito, pai! Parabéns. :D


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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009 | Autor:

Uma genuína e destemida felicidade

(Para Alessandro e Thiago)

Um jovem escritor brasileiro que vive no exterior veio ao Brasil e passou algumas horas descontraídas com o nosso pessoal de Curitiba.  O que se segue é o texto que ele escreveu sob o título acima:

“É bom estar no meio de pessoas que não se importam com política. Nem com os rumos da literatura contemporânea. É bom estar no meio de pessoas que riem de si e dos outros sem perversidade. Que não julgam. É bom estar no meio de pessoas.

Passei em Curitiba uma agradabilíssima noite com amigos. Tudo bem que eu sabia o nome de apenas dois ou três. Mas eram, vá lá, amigos. Porque me senti completamente à vontade, como há anos não me sentia, para ser eu mesmo. E quem sou eu? Esta é uma pergunta que me faço com espantosa e deprimente freqüência. Eu sou aquele que estava ali, em pé na bancada, comendo um pedaço de pão com muita manteiga. Prazer.

Foram cinco horas de nenhuma conversa séria. Nenhuma teoria da conspiração, nenhuma reclamação, nenhum medo. Éramos, novamente, crianças num jardim de infância – e isso era bom! Voltando para casa percebi que passamos cinco horas – cinco horas! – fazendo trocadilhos imbecis dignos da Praça É Nossa. Ríamos, ríamos muito. Éramos cretina e deliciosamente felizes.

Você pode pensar que estávamos bêbados. Mas… não! Não havia uma só gota de álcool na festa. Estávamos mesmo embriagados pela sensação inequívoca de estarmos juntos. Éramos todos da mesma geração, tínhamos vivido mais ou menos a mesma coisa. Buscávamos coisas bem diversas, é verdade. Mas o tempo nos unia. Sempre vi o Zeitgeist como um monstro. Descobri, nesta noite, que ele pode ser também um fantasminha camarada.

Sinto confessar, mas me falta a convivência com pessoas cujo único objetivo na vida é esta felicidade pequena e adorável. Uma felicidade que não busca se explicar com referências poéticas ou filosóficas. Uma felicidade que simplesmente é. Não éramos pessoas idiotas naquela casa. Cada qual, eu podia perceber, sabia-se dono de uma existência única, marcada por opiniões também únicas. Eram todas admiráveis por sua individualidade. Eram todas louváveis porque não procuravam o prazer pelo massacre do diverso.

Naquela noite, fui feliz. Falei o que pensava sem medo do julgamento. Melhor: muitas vezes falei o que nem pensava. Ninguém levantou a voz. Ninguém fez cara feia. Ninguém engoliu uma opinião por medo. Ninguém emitiu sua opinião para se provar inteligente.

Saí para a noite no meu passo mais alegre. Dou uns pulinhos quando estou assim. A noite estava fria, mesmo sendo novembro. O caminho para casa pareceu seguro demais e aconchegante demais. Deitei na cama. Era aniversário do meu amigo Alessandro. Desnecessário dizer, porém, que o melhor presente quem ganhou fui eu.”

Paulo Polzonoff Jr.

Polzonoff.com.br

Pois é, meu caro Polzonoff. Vocês estavam inebriados, sim, mas não de álcool ou drogas. Estavam inebriados da nossa felicidade intrínseca, da nossa intoxicação de oxigênio que hiperventila nossas almas a cada minuto de vida que vivemos e bendizemos. Somos felizes e é só isso.

Essa sensação benfazeja que desopilou sua mente é o cerne da Nossa Cultura. Espero que os que estão dentro dela, vivenciando-a no seu dia-a-dia e sendo felizes o tempo todo, continuem valorizando esse estado de ser que nos proporcionou a mesma sensação de descoberta, alegria e liberdade quando a encontramos pela primeira vez.

DeRose


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domingo, 20 de dezembro de 2009 | Autor:
 

 

Carlo Mea

Querido Mestre,
não tem nada a ver com bagagem aérea, mas queria aproveitar para lhe contar a boa novidade de Roma:
(finalmente) conseguimos encontrar o espaço certo para a Unidade e já assinei o contrato! Na segunda começam as obras e em Fevereiro abrimos as portas!
Entretanto, tenho uma história interessante para lhe contar: quando eu me mostrei interessado na casa, dei-lhes o meu cartão de visitas e eles foram pesquisar informações sobre mim, para se assegurarem da minha honestidade como locatário, pois nestes bairros mais prósperos eles não aceitam qualquer um. Como o proprietário é um multimilionário que vive no Rio, ele informou-se acerca da nossa Rede e depois disse à agência que queria muito que fosse eu a alugar a casa, pois ficou muito bem impressionado quando se informou sobre o nosso trabalho nessa cidade. Daí em diante eles sempre se mostraram muito flexíveis na negociação até ontem, quando foi feita a assinatura do contrato, com condições mais favoráveis para mim. Por isso devo esta excelente casa ao bom nome da Rede e ao excelente trabalho que fazem aí no Brasil.
Estamos do outro lado do Atlântico mas mesmo assim a egrégora ajuda-nos a construir uma carreira de maior sucesso e realização pessoal.
Estarmos inseridos numa estrutura como a nossa é mesmo fantástico: precisando de ajuda temos centenas de instrutores pelo mundo inteiro com quem podemos sempre contar. Podemos pedir conselhos a nível financeiro, em artes gráficas, em informática, em direito, etc. Temos um monitor e um supervisor que nos orientam continuamente. Temos um nome de prestígio que utilizamos com muito orgulho e que nos credibiliza nos momentos cruciais. Isto para não falar do melhor Método de desenvolvimento pessoal alguma vez criado pelo Ser Humano!
Queria deixar um agradecimento especial ao Rio por me ter ajudado com esta casa!
Bom Natal para todos!


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domingo, 20 de dezembro de 2009 | Autor:

Não tenha ilusões. Tudo o que você disser a respeito de uma pessoa chegará ao conhecimento dela. Portanto, segure essa língua. Depois não adianta ficar revoltado com a inconfidência das pessoas. É assim mesmo.

Segredo de mais de uma pessoa não é mais segredo. No momento em que você conta seu segredo para uma pessoa da sua confiança, ela também só conta para uma outra da confiança dela e assim sucessivamente. Em pouco tempo, dezenas de pessoas estarão sabendo o seu “segredo”.

E para que contar? Por que essa necessidade de se expor? Sempre que precisar comentar algo sobre alguém, só diga coisas boas. Um belo exercício é: quando começar a dizer algo ruim ou começar a vomitar uma crítica sobre alguma pessoa, reverta a frase e comece imediatamente a elogiá-la. Essa pessoa não tem nada de bom para ser elogiado? Invente!

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sábado, 19 de dezembro de 2009 | Autor:


Nunca perca contato visual com a sua bagagem. Há mais de trinta anos eu viajo sistematicamente para países próximos e distantes, das Américas, Europa e Ásia. Jamais me furtaram coisa alguma.

Nos aeroportos existem quadrilhas especializadas em roubar as malas que são despachadas. A maioria trabalha do lado de dentro. Em viagens diretas, eles têm que trabalhar rápido para sumir com a mala ou para abri-la, mas eles têm experiência. Por outro lado, nas viagens com escala, em que você tem que descer de um avião e embarcar noutro – e suas malas também – eles trabalham mais sossegadamente. Primeiro, porque dispõem de mais tempo. Depois, porque você nunca poderia afirmar com certeza em que aeroporto ocorreu o furto.

Sempre que viajo acompanhado presencio os amigos despachando tudo, pelo ilusório conforto de embarcar com as mãos abanando. Várias vezes testemunhei o resultado: chegando ao destino, a bagagem roubada ou extraviada, meus amigos não tinham nem uma muda de roupa. Nada!

Mas não é só a mala despachada que vira fumaça. Basta olhar para o lado e adeus bagagem. Levando grupos de amigos para a Índia, percebi porque as pessoas são furtadas. A maioria se virava de costas para a bagagem para falar com alguém, olhar alguma coisa que lhes chamara a atenção ou para responder a algum espertinho contratado para desviar suas vistas da mala. Felizmente, eu estava por perto para evitar que o distraído ficasse sem a equipagem.

O truque é nunca perder contato visual com a sua mala. Mas melhor mesmo é jamais perder contato físico. Tem que fazer check-in? Ponha o pé em cima da mala. Vai tomar um lanche no bar ou pagar algo no caixa? Pé em cima da mala. Vai esperar o próximo vôo, sentado mais ou menos confortavelmente, num marasmo que pode dar sono? Recoste-se sobre a mochila, enrosque a alça da bolsa no seu braço, apoie-se na mala de tal jeito que se alguém a mover você caia.

Nos restaurantes, tanto em viagem quanto na sua cidade, mantenha a bolsa não apenas à vista, mas presa da melhor forma possível no encosto. Se alguém tentar levá-la embora, a cadeira vai junto.


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