sábado, 25 de junho de 2016 | Autor:

Um amigo, Julio Simões, me enviou o artigo com o título acima, publicado no site da revista Exame, em 4 setembro de 2010, da autoria de Christian Barbosa. Por considerá-lo pertinente, reproduzo alguns pequenos trechos do referido artigo:
“… ele questionou porque o Brasil era um dos poucos países da América Latina a não ter nenhum vencedor do Prêmio Nobel. Uma das pessoas da secretaria do prêmio, respondeu [ … ] o seguinte: ‘O Brasil não tem um premiado no Nobel, porque quando um brasileiro é indicado, é o próprio povo brasileiro que derruba a sua indicação’”.
“Quando alguém é indicado nos EUA, por exemplo, o pessoal faz campanha, descobre os grandes feitos para ajudar, cria todo aquele clima. Quando é aqui o povo começa a descobrir os podres para ferrar o coitado!”
“Eu quero ver um brasileiro no Prêmio Nobel, no Oscar, no Grammy, na ONU e em todo o lugar.”
É isso mesmo, Christian. Vamos apoiar os nossos conterrâneos. Nada de inveja porque o outro conquistou algo que nós ainda não alcançamos.

Certa vez, um jornalista me questionou, indignado, por termos centenas de escolas em vários países. Quando a matéria foi publicada, ele nos criticava por isso. Acontece que a mesma matéria louvava uma organização estrangeira do mesmo ramo cultural em que atuamos e declarava que eles contavam com “centenas de centros” nos Estados Unidos. Então, qual é o problema? Por que dois pesos e duas medidas? Sendo estrangeiro, ter muitas escolas é sinal de competência e relevância, mas sendo brasileiro não pode? Parece-nos que o problema é ser brasileiro.
Certa vez, um instrutor do nosso Método, expôs os ensinamentos deste autor num debate com adeptos de outra linha de yóga. Um deles fez cara de menosprezo, armou-se para discordar e perguntou com um tom de voz agressivo: “Esse DeRose é brasileiro?” O instrutor que estava sendo questionado, reportando-se às minhas origens, respondeu: “É francês” Imediatamente o questionador mudou o tom de voz, e disse: “Ah! Bom!” e não prosseguiu na contestação. É vergonhoso esse comportamento de o próprio brasileiro considerar os valores nacionais inferiores aos dos demais países. É preciso que o leitor não se cale, não se omita, diante de uma situação assim.
Sou brasileiro com muito orgulho. Foi no Brasil que surgiu o melhor Yôga técnico do mundo e onde foi escrito e publicado, modéstia às favas, o livro de Yôga mais completo já publicado no mundo todo em toda a história, o Tratado de Yôga.

sexta-feira, 24 de junho de 2016 | Autor:

Não fui filho de empresário, consequentemente, não aprendi onde deveria, isto é, em casa. Meu pai fora empregado a vida toda. Minha mãe limitara-se ao que se esperava das mulheres daquela época e restringiu-se a ser esposa, mãe e dona de casa.
Dessa forma, quando eu comecei a minha carreira de empreendedor, eu não sabia absolutamente nada. Nada! Nem de administração, nem de liderança, nem de contabilidade, nem de tributarismo, nem de mercado, nem de leis trabalhistas, nem de marketing… Nada!
O resultado é fácil de se deduzir. Comecei fazendo tudo errado e pagando o preço: prejuízo em cima de prejuízo, multas do fisco, imagem construída de forma aleatória e falta de clientes.
Passados alguns anos de fracassos sucessivos, pensei em desistir e arrumar um emprego como o meu pai sempre quis que eu fizesse. No entanto, comecei a matutar: vou me sentar em um escritório que não é meu, recebendo ordens de um chefe que não sou eu, realizando tarefas que não me realizam e talvez me violentem em meus valores éticos, tudo isso a fim de receber um salário ofensivo e insuficiente para garantir minha dignidade. É… não vai dar certo.
Então, vou ter que continuar tratando de tocar minha empresa, na base de tentativa e erro. Lembrei-me daquele pensamento que eu mesmo havia escrito: “Cada erro cometido é uma virtude adquirida.” Então, que venham os erros. Hoje, posso dizer que adquiri muitas virtudes!
Há uma estatística afirmando que um empresário tem que falir cinco vezes antes de conquistar o sucesso. Bem, se assim for, ainda me faltavam as cinco vezes. Vamos tocar para a frente que atrás vem gente.


quinta-feira, 23 de junho de 2016 | Autor:

Tudo é uma questão de timing. Para tudo há um momento mágico. É preciso saber identificá-lo. Há um momento para se casar e há um momento para se descasar. Se você conseguir identificar e usar esse momento, sua vida será coroada de alegrias e de felicidade.
Conhecemos um pensamento popular que diz: “quem pensa, não casa”. É verdade. Se for pensar muito, deixará passar o momento certo e não se casará mais. Para o descasamento é a mesma coisa. No primeiro caso, talvez você perca a pessoa mais maravilhosa da sua vida. No segundo, é possível que perca a coragem e não tome a decisão de transformar a sua relação de casal em algo, quem sabe, ainda mais bonito.


terça-feira, 21 de junho de 2016 | Autor:

A utilização do pedido de desculpas pode evitar até 90% dos conflitos entre amigos e entre desconhecidos. Só não funciona tão bem entre familiares, mas mesmo assim atenua bastante as tensões.
Deve ser utilizado não apenas quando você cometer algum erro, mas também quando outros os cometerem. Alguém lhe dá um esbarrão, você tem a certeza de que a culpa foi do outro, contudo, diz-lhe: “desculpe”. O outro provavelmente dirá o mesmo. Ou se ele estiver convencido de que a culpa foi sua, dirá “não foi nada”.


segunda-feira, 20 de junho de 2016 | Autor:

Certa vez, numa viagem internacional, minha mesinha já estava posta quando tive a infeliz ideia de informar a comissária de bordo que o pedido de alimentação vegetariana era meu. Ato contínuo ela retirou da minha mesa o queijo, a manteiga, a maionese, o pão, o biscoito, o chocolate, a sobremesa e tirou até o sal e a pimenta. No lugar, colocou uma lavagem de legumes cozidos à moda de isopor.

Por que a gentil senhorita fez isso com este simpático cavalheiro? Será que ela pensa que queijo é carne? Que manteiga, maionese, chocolate são algum tipo perigosíssimo de carne de vaca-louca camuflada?

O pior nas viagens aéreas é que se você pedir alimentação VGML ou VLML, o pessoal do catering tira a sua sobremesa como que a puni-lo por ter-lhes dado trabalho. É como se estivessem a ralhar com o passageiro:

– Menino mau. Já que não come a sua carne, vai ficar sem sobremesa.

E você é obrigado a comer legumes cozidos sem tempero ou salada fria com uma uva de sobremesa, enquanto assiste o vizinho de poltrona refastelando-se com um prato quentinho de strogonoff, suflé, parmegiana, milanesa, tudo arrumado com capricho, mais um apetitoso pudim e ainda tem que ouvi-lo comentar:

– Essa comida de bordo é uma porcaria…


domingo, 19 de junho de 2016 | Autor:

Cruzei meu Rubicão. Hoje, já não atuo mais na área profissional de Yôga. Atualmente trabalho com o DeROSE Method. Será que o Método é Yôga com outro nome? Não. DeROSE Method é outra coisa. Vou demonstrar o que acabo de dizer.

Por definição, “Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi”. Ora, o DeROSE Method transcendeu o “estritamente prático”. No momento em que os conceitos de reeducação com- portamental ocupam mais de 80% do tempo do praticante durante o seu dia, restam menos de 20% para a prática regular convencional. Logo, o Método não é estritamente prático. Consequentemente, não é Yôga.

Não abandonei o Yôga. Ele está preservado intacto como parte do Método. Mas o segmento profissional em que nos inserimos já não é mais restrito a essa filosofia, nem está mais sujeito aos estereótipos que lhe foram impostos pela opinião pública ocidental.

Ao nosso acervo acrescentamos um formidável patrimônio de conceitos comportamentais aplicáveis ao mundo real do praticante: à sua profissão, à sua faculdade, ao seu esporte, à sua família, ao seu relacionamento afetivo.


sábado, 18 de junho de 2016 | Autor:

Como retribuição por ter feito uma das mais importantes descobertas arqueológicas, Marcellino de Sautuola foi acusado de haver forjado as pinturas dentro da caverna! Como sempre ocorre nesses casos, havia um perseguidor-mor que orquestrou a difamação e conseguiu que ele fosse expulso da Academia. Acusado de fraude numa campanha impiedosa movida contra ele pelo idoso pré-historiador francês Éduard Cartailhac, Sautuola foi expulso de todos os círculos científicos. Ninguém lhe concedeu direito de defesa e seu nome passou a ser sinônimo de charlatanismo. Tornou-se impiedosamente perseguido, injuriado como um vigarista. Seu nome foi enlameado pela imprensa. Nos anos que se seguiram, não podia nem mesmo sair à rua, pois era agredido verbalmente pelos transeuntes.

Certa vez, ao sair para tomar um pouco de sol, um desconhecido cuspiu-lhe na cara, gritando: “Impostor!” para que os circunstantes escutassem. Todos os demais cientistas, a imprensa e a opinião pública passaram a difamar e humilhar tanto o pobre homem que pouco depois, em 1888, Sautuola morreu de desgosto.

Decorridos alguns anos, entre 1895 e 1901, outros arqueólogos encontraram pinturas semelhantes em cavernas na França e em toda a Europa. Não havia outra saída para o ilustre cientista que difamara o pobre descobridor das pinturas rupestres, senão confessar que errara e apresentar suas desculpas póstumas à filha do arqueólogo injustiçado, agora adulta. Maria, com toda a razão, não aceitou as desculpas e acusou Cartailhac publicamente de ser o responsável pela humilhação e pela morte do pai. Nenhum pedido de desculpas compensaria a amargura dos ultrajes sofridos ou a própria morte. Como diz a máxima: “A verdade sempre resplandece no final, quando todos já foram embora.”


sábado, 18 de junho de 2016 | Autor:

Estes axiomas são o fruto de muita experiência de vida. Eles foram elaborados pensando em você e para ajudá-lo a tornar sua vida mais fácil. Aceite-os como um presente. Reúna sua galera para desfrutá-los num grupo de debates ou de meditação.

Axiomas:

1. Não acredite.
2. Dar segunda chance é dar uma segunda oportunidade para que a pessoa repita a mesma atitude.
3. Repassar sua incumbência a terceiros é uma forma quase infalível de a tarefa sair errada.
4. Buscar orientação sobre qualquer coisa com fontes que não sejam de primeira mão é a melhor maneira de conseguir informações com param-pará corrompido que conduzam você a erro.
5. Deixar recado não funciona.
6. Fazer surpresa quase sempre resulta em desastre.
7. Tudo o que você disser chegará ao conhecimento da pessoa envolvida no comentário.
8. Nada é aquilo que parece ser.
9. Tudo é relativo.
10. E-mail não funciona (a menos que você telefone perguntando se o destinatário conseguiu abrir e ler o arquivo).

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